Catequistas de Conquista

sábado, 11 de janeiro de 2014

É Água Viva - Padre Zezinho


Fonte de Água Viva


Água cristalina
Que jorra do peito aberto
De Jesus lá na cruz.
É uma água viva
Que cura e que liberta
Cuja fonte é o próprio Jesus.
Chue, chue!
Chua, chua!
Nesta água eu vou me banhar.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

"Quando o pastor encontra a ovelha.."

Pela tarde de ontem, 6 de janeiro, o Santo Padre Francisco visitou a igreja Santo Afonso de Ligório, em Roma, a fim de contemplar o presépio vivo realizado pela paróquia.

Uma romana depositou nos ombros do Papa um cordeiro, verdadeiro pálio vivo, nos remetendo ao símbolo que o paramento traz, também honrado aos metropolitas de todo mundo, de lembrar a ovelha perdida que o pastor deve encaminhar de volta ao seu rebanho, assim como a união com o Sumo Pontífice.

"Quando o pastor encontra a ovelha, não a castiga, nem a conduz ao redil violentamente, mas, colocando-a sobre seus ombros e levando-a com clemência, a reintegra ao seu rebanho". Santo Tomás de Aquino.

© Foto: L'Osservatore Romano

Foto: Pela tarde de ontem, 6 de janeiro, o Santo Padre Francisco visitou a igreja Santo Afonso de Ligório, em Roma, a fim de contemplar o presépio vivo realizado pela paróquia.

Uma romana depositou nos ombros do Papa um cordeiro, verdadeiro pálio vivo, nos remetendo ao símbolo que o paramento traz, também honrado aos metropolitas de todo mundo, de lembrar a ovelha perdida que o pastor deve encaminhar de volta ao seu rebanho, assim como a união com o Sumo Pontífice.

"Quando o pastor encontra a ovelha, não a castiga, nem a conduz ao redil violentamente, mas, colocando-a sobre seus ombros e levando-a com clemência, a reintegra ao seu rebanho". Santo Tomás de Aquino.

 © Foto: L'Osservatore Romano

Um padre escreve ao Papa antes de morrer aos 31 anos


Não peço a Deus a minha cura, mas a força e a alegria de continuar sendo um verdadeiro testemunho de Seu amor e um sacerdote segundo o Seu coração



Fabrizio nasceu em Nápoles (Itália), no dia 8 de setembro de 1982. Quase 3 mil pessoas se reuniram no bairro de Ponticelli para lhe dar adeus na igreja de Nossa Senhora das Neves, onde ele era vigário. Padre Fabrizio viveu um grande sofrimento nos últimos meses, mas com fé e força interior. Sempre sorrindo, com uma palavra de consolo para os amigos e familiares que estiveram com ele até o último momento. Oferecemos a seguir a carta que ele enviou ao Papa Francisco.

A Sua Santidade o Papa Francisco:

Santo Padre,

nas orações diárias que dirijo a Deus, não deixo de rezar pelo senhor e pelo ministério que Deus lhe confiou, para que Ele possa lhe dar forças e alegria para continuar anunciando a boa nova do Evangelho.

Eu me chamo Fabrizio De Michino e sou um jovem padre da diocese de Nápoles. Tenho 31 anos e há cinco sou sacerdote. Desempenho meu serviço no Seminário Arcebispal de Nápoles como professor de um grupo de diáconos, e em uma paróquia em Ponticelli, que se encontra na periferia de Nápoles. A paróquia, recordando o milagre registrado na colina Esquilino, recebe o nome de Nossa Senhora das Neves.

Ponticelli é um bairro degradado por sua pobreza e alta criminalidade, mas a cada dia descubro verdadeiramente a beleza de ver o que o Senhor realiza nestas pessoas que confiam em Deus e na Virgem.

Também eu, desde que estou nesta paróquia, pude ampliar cada vez mais meu amor pela Mãe Celeste, experimentando também nas dificuldades a sua proximidade e proteção. Infelizmente, há três anos eu luto contra uma doença rara: um tumor no interior do coração. Há um mês estou com metástase no fígado e no baço. Nesses anos difíceis, no entanto, nunca perdi a alegria de ser anunciador do Evangelho. Também no cansaço eu percebo, verdadeiramente, esta força que não vem de mim, mas de Deus, que me permite desempenhar com simplicidade o meu ministério. Há uma citação bíblica que tem me acompanhado e me enche de confiança na força do Senhor: “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne” (Ez 36, 26).

Neste tempo tem sido muito próxima a presença do meu bispo, o cardeal Crescenzio Sepe, que me apoia constantemente, ainda que às vezes me peça para descansar, para que eu não me sobrecarregue.

Agradeço a Deus também por meus familiares e meus amigos sacerdotes que me ajudam e apoiam, sobretudo quando faço as diferentes terapias, compartilhando comigo os momentos de inevitável sofrimento. Também os meus médicos me apoiam muito e fazem o impossível para encontrar os tratamentos adequados para mim.

Santo Padre,

estou me alongando muito, mas só quero dizer que ofereço a Deus tudo isso, pelo bem da Igreja e pelo senhor de um modo especial, para que Deus o abençoe sempre e o acompanhe neste ministério de serviço e amor.

Eu lhe rogo que reze por mim: o que peço todos os dias ao Senhor é que seja feita a Sua vontade, sempre e em todas as partes. Não peço a Deus a minha cura, mas a força e a alegria de continuar sendo um verdadeiro testemunho de Seu amor e um sacerdote segundo o Seu coração.

Seguro de suas orações paternas, o saúdo devotamente.

Padre Fabrizio De Michino
Fonte: http://www.aleteia.org/pt/religiao/noticias/um-padre-escreve-ao-papa-antes-de-morrer-aos-31-anos-leia-aqui-a-carta-5823678897979392

Papa Francisco envia mensagem ao 13º Intereclesial das CEBs, que acontece em Juazeiro (CE)


Pela primeira vez em sua história, um Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) recebe uma mensagem de um papa. No dia 17 de dezembro, o papa Francisco enviou uma carta aos participantes do 13º Intereclesial das CEBs, que tem início hoje à noite, em Juazeiro do Norte, diocese de Crato (CE), e prosseguirá até o dia 11 de janeiro. O encontro, que deve reunir cerca de quatro mil pessoas de todo o Brasil e de outros países, aborda o tema “Justiça e Profecia a serviço da vida” e o lema “CEBs: romeiros do Reino no campo e na cidade”.

Na mensagem, o papa afirma que as CEBs “trazem um novo ardor evangelizador e uma capacidade de diálogo com o mundo que renovam a Igreja” e assegura suas orações para que o Intereclesial seja um encontro abençoado.

Sobre o lema do evento, o papa disse que deve ser como uma chamada para que as CEBS assumam cada vez mais seu papel na missão evangelizadora da Igreja. “Todos devemos ser romeiros, no campo e na cidade, levando a alegria do Evangelho a cada homem e a cada mulher”, acrescenta Francisco.

O Intereclesial é um momento de encontro das comunidades. É um espaço para troca de experiências, celebrações e avaliação da caminhada da CEBs no Brasil.

Mensagem do Papa Francisco ao 13º Intereclesial das CEBs

Queridos irmãos e irmãs,

É com muita alegria que dirijo esta mensagem a todos os participantes no 13º Encontro Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base, que tem lugar entre os dias 7 e 11 de janeiro de 2014, na cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, sob o tema “Justiça e Profecia a Serviço da Vida”.

Primeiramente, quero lhes assegurar as minhas orações para que este Encontro seja abençoado pelo nosso Pai dos Céus, com as luzes do Espírito Santo que lhes ajudem a viver com renovado ardor os compromissos do Evangelho de Jesus no seio da sociedade brasileira. De fato, o lema deste encontro “CEBs, Romeiras do Reino, no Campo e na Cidade” deve soar como uma chamada para que estas assumam sempre mais o seu importantíssimo papel na missão Evangelizadora da Igreja.

Como lembrava o Documento de Aparecida, as CEBs são um instrumento que permite ao povo “chegar a um conhecimento maior da Palavra de Deus, ao compromisso social em nome do Evangelho, ao surgimento de novos serviços leigos e à educação da fé dos adultos” (n.178). E recentemente, dirigindo-me a toda a Igreja, escrevia que as Comunidades de Base “trazem um novo ardor evangelizador e uma capacidade de diálogo com o mundo que renovam a Igreja”, mas, para isso é preciso que elas “não percam o contato com esta realidade muito rica da paróquia local e que se integrem de bom grado na pastoral orgânica da Igreja particular” (Exort. Ap. Evangelii gaudium, 29).

Queridos amigos, a evangelização é um dever de toda a Igreja, de todo o povo de Deus: todos devemos ser romeiros, no campo e na cidade, levando a alegria do Evangelho a cada homem e a cada mulher. Desejo do fundo do meu coração que as palavras de São Paulo: “Ai de mim se eu não pregar o Evangelho” (I Co 9,16) possam ecoar no coração de cada um de vocês!

Por isso, confiando os trabalhos e os participantes do 13º Encontro Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base à proteção de Nossa Senhora Aparecida, convido a todos a vivê-lo como um encontro de fé e de missão, de discípulos missionários que caminham com Jesus, anunciando e testemunhando com os pobres a profecia dos “novos céus e da nova terra”, ao conceder-lhes a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, 17 de dezembro de 2013.
Fonte:http://www.cnbb.org.br/comissoes-episcopais/laicato/setor-cebs/13448-2014-01-07-12-18-56

domingo, 5 de janeiro de 2014

OURO,INCENSO E MIRRA.(Pe. Zezinho )

Canção Nova - WebTVCN - Festa da Epifania do Senhor.

05/01/2014 – Ano A Festa da Epifania do Senhor

Epifania

Epifania significa a manifestação de Deus. Os magos são homens sábios de nações estrangeiras. Se os sábios do povo eleito tardaram em reconhecê-lo, os estrangeiros vieram adorar o Senhor. Ou seja, Cristo não é propriedade de nenhum povo ou raça. 

 Os magos oferecera presentes: ouro, incenso e mirra.

A mirra é uma resina curativa produzida por uma pequena árvore. Na língua hebraica, mirra significa amargo. Na nossa língua significa pequeno. De fato, somos mirra quando reconhecemos a nossa pequenez, pois não podemos fazer tudo o que queremos. A tecnologia, a comunicação e o dinheiro são as ilusões do poder. Deus nos ensina que o poder está no amor e na humildade. Por isso, nasceu na manjedoura longe dos grandes centros de domínio. Deus não se revela nos holofotes da pós-modernidade. O incenso nos remete a oração, à fé, ao religioso. Diz o Salmista: “Suba nossa oração como incenso” (Sl 141,2). Por mais que o mundo se mostre descrente, por mais que muitos se afastem da fé, no mais íntimo de cada um de nós há uma chama divina da fé. Muitos o reconhecem nas dores e na hora da morte, quando percebem que somente há sentido para a vida em Deus. Somos incenso quando elevamos o nosso coração a Deus. 

O ouro é sinal do que é duradouro, pois não estraga e nem perde o seu brilho com o passar do tempo. O mundo passa, os bens estragam com o tempo, nós envelhecemos e somos seres para a morte (Heidegger). O que dura para sempre é o bem que construímos e o amor que existe em nós e se derrama em atitudes concretas pelo irmão. 

Quando os magos viram a estrela, se encheram de alegria. Sem a estrela, caminhavam sem sentido, sem direção. Lembremo-nos de que o Papa Francisco nos convida a viver a alegria do Evangelho: “A Alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são li­bertados do pecado, da tristeza, do vazio inte­rior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria” (Evangelii Gaudium 1). Pe Roberto Nentwig

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Maria, Mãe do Redentor

01 de Janeiro - Maria, Mãe de Deus


Hoje, oito dias depois da Natividade, primeiro dia do ano novo, o calendário dos santos se abre com a festa de Maria Santíssima, no mistério de sua maternidade divina. Escolha acertada, porque de fato Ela é "a Virgem mãe, Filha de seu Filho, humilde e mais sublime que toda criatura, objeto fixado por um eterno desígnio de amor" (Dante). Ela tem o direito de chamá-lo "Filho", e Ele, Deus onipotente, chama-a, com toda verdade, Mãe! 

Foi a primeira festa mariana que apareceu na Igreja ocidental. Substituiu o costume pagão das dádivas (strenae) e começou a ser celebrada em Roma, no século IV. Desde 1931 era no dia 11 de outubro, mas com a última revisão do calendário religioso passou à data atual, a mesma onde antes se comemorava a circuncisão de Jesus, oito dias após ter nascido. 

Num certo sentido, todo o ano litúrgico segue as pegadas desta maternidade,começando pela solenidade da Anunciação, a 25 de Março, nove meses antes da Natividade. Maria concebeu por obra do Espírito Santo. Como todas as mães, trouxe no próprio seio aquele que só ela sabia que se tratava do Filho unigênito de Deus, que nasceu na noite de Belém. 

Ela assumiu para si a missão confiada por Deus. Sabendo, por conhecer as profecias, que teria também seu próprio calvário, enquanto mãe daquele que seria sacrificado em nome da salvação da Humanidade. Deus se fez carne por meio de Maria. Ela é o ponto de união entre o céu e a Terra. Contribuiu para a obtenção da plenitude dos tempos. Sem Maria, o Evangelho seria apenas ideologia, somente "racionalismo espiritualista", como registram alguns autores.

O próprio Jesus através do apóstolo São Lucas (6,43) nos esclarece: "Uma árvore boa não dá frutos maus, uma árvore má não dá bom fruto". Portanto, pelo fruto se conhece a árvore. Santa Isabel, quando recebeu a visita de Maria já coberta pelo Espírito Santo, exclamou: "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre." (Lc1,42). O Fruto do ventre de Maria é o Filho de Deus Altíssimo, Jesus Cristo, nosso Deus e Senhor. Quem aceita Jesus, fruto de Maria, aceita a árvore que é Maria. Maria é de Jesus e Jesus é de Maria. Ou se aceita Jesus e Maria ou se rejeita a ambos. 

Por tomar esta verdade como dogma é que a Igreja reverencia, no primeiro dia do ano, a Mãe de Jesus. Que a contemplação deste mistério exerça em nós a confiança inabalável na Misericórdia de Deus, para nos levar ao caminho reto, com a certeza de seu auxílio, para abandonarmos os apegos e vaidades do mundo, e assimilarmos a vida de Jesus Cristo, que nos conduz à Vida Eterna. Assim, com esses objetivos entreguemos o novo ano à proteção de Maria Santíssima que, quando se tornou Mãe de Deus, fez-se também nossa Mãe, incumbiu-se de formar em nós a imagem de seu Divino Filho, desde que não oponhamos de nossa parte obstáculos à sua ação maternal. 

A comemoração de Maria, neste dia, soma-se ao Dia Universal da Paz. Ninguém mais poderia encarnar os ideais de paz, amor e solidariedade do que ela, que foi o terreno onde Deus fecundou seu amor pelos filhos e de cujo ventre nasceu aquele que personificou a união ente os homens e o amor ao próximo, o Cristo. Celebrar Maria é celebrar O nosso Salvador. Dia da Paz, dia da Mãe Santíssima. Nos tempos sofridos e sangrentos em que vivemos, um dia de reflexão e esperança.