Catequistas de Conquista

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

MENSAGEM DO ARCEBISPO DOM LUÍS PEPEU POR OCASIÃO DO DIA NACIONAL DO CATEQUISTA



MENSAGEM DO ARCEBISPO DOM LUÍS PEPEU AOS CATEQUISTAS DA ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA DA CONQUISTA
POR OCASIÃO DO DIA NACIONAL DO CATEQUISTA
30 de agosto de 2015


Queridos irmãos e irmãs catequistas, nossa saudação de Paz e Bem!
           Gostaríamos de parabenizar-lhes por este dia e apresentar-lhes nossos sinceros agradecimentos pela missão tão importante que vocês desempenham dentro da vida eclesial. Nossa gratidão e nosso reconhecimento pela ação evangelizadora em promover a inserção do catequisando na fé e na comunidade cristã.
            Neste dia 30 de agosto a Igreja celebra o dia nacional do catequista. Vocês, irmãos e irmãs catequistas, através de alegrias e dificuldades, procuram fazer conhecer Jesus às crianças, adolescentes, jovens e adultos, conduzindo-os para a experiência do encontro pessoal com Cristo. Por meio deste trabalho grandioso de catequese, como verdadeiros evangelizadores, vocês procuram formar discípulos e discípulas de Jesus Cristo, encarnando na própria vida a Palavra de Deus, o Evangelho de Jesus Cristo: seus valores, suas atitudes.
            Jesus Cristo, o Ressuscitado, antes de ser elevado aos céus, falou aos discípulos: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa-Nova a toda Criatura!” (Mc 16,15). E os discípulos partiram e pregaram por toda parte. Esta missão de levar o Evangelho pelo mundo inteiro, a catequese da “Primeira Comunidade” de seguidores de Jesus, foi se multiplicando até os dias de hoje, favorecendo uma experiência de fé dentro de um processo constante de seguimento a Cristo.
            Vivemos em um mundo tão conturbado, estarrecidos e paralizados diante da violência desenfreada! Assistimos a uma série de crises de valores dentro da sociedade. O egoismo, o individualismo, o indiferentismo, a ganância, tudo isto está ocupando o coração das pessoas que não querem mais escutar a Palavra de Deus. E o catequista, em meio a esta realidade tão desafiadora, tem a sublime missão de abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para que compreendam que a Palavra de Deus é palavra de todos os tempos, uma realidade sempre atual. O catequista faz-se semeador: ele prepara o coração das pessoas, transformando-o em terra boa para acolher a boa semente que é a Palavra de Deus.
            Nunca desanimem, queridos catequistas! A sua missão é muito importante para a evangelização e para a Igreja. Mesmo que vocês nesta árdua missão, cheguem a experimentar momentos sombrios e dificuldades que se afiguram maiores que as suas forças, lembrem-se sempre: O Espírito de Deus pode fazê-los maiores que a própria pequenez. E esta certeza, seguramente, fará com que a missão de vocês, tão árdua e difícil, transforme-se em beleza e em alegria, a alegria provada diante da experiência da formação de cristãos comprometidos com sua fé, com Cristo, com os valores do Evangelho.
            Com imensa gratidão, invoco do Bom Deus, pela intercessão da Virgem Maria, Estrela da Evangelização, que desçam sobre todos vocês, queridos catequistas, as bênçãos em larguesa e em profusão, a fim de que continuem com fidelidade o anúncio e a vivência da Palavra de Deus, gerando para a Igreja discípulos e discípulas comprometidos com os valores do Evangelho.


                                                                                   Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu, OFMCap

                                                                                        Arcebispo de Vitória da Conquista              

terça-feira, 24 de junho de 2014

Celebração para o dia do Catequista 2014

Celebração dia do catequista 2014

1.INTRODUÇÃO

Queridos/as Catequistas!

Com nossos cumprimentos e gratidão, colocamos em suas mãos uma sugestão para a Celebração do dia do Catequista, que neste ano será no dia 24 de Agosto.

Que este dia seja de alegria e, sobretudo de entrar em sintonia e comunhão com todos os catequistas do Brasil.

A missão do catequista é de gratuidade. É assim que cada catequista coloca em prática o ensinamento de Jesus, dedicando seu tempo para que adultos, jovens, adolescentes e crianças possam encontrar o caminho do discipulado missionário, a partir da experiência pessoal e comunitária com Jesus Cristo. É por isso que hoje queremos agradecer a Deus pelo ministério da catequese e dizer “obrigado” a cada um de vocês, pedindo ao Senhor, que os abençoe porque vocês fizeram a opção de ser servidores do evangelho que oferece a vida em abundância.

Que a experiência do encontro com Jesus Cristo, que é a condição para exercer esse ministério, provoque sempre de novo o encantamento por esse fascinante caminho de discipulado, cheio de desafios que fazem crescer e geram profundas alegrias.

Parabéns, Gratidão e Força pra Frente!!!

Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética

Orientações:

Como no processo de Iniciação à Vida Cristã consideramos  catequistas todos os que se dedicam à educação da fé, é bom destacar também aqueles que fazem parte do processo: equipe de batismo, de matrimônio, pastoral familiar, pastoral da criança, líderes, grupo de liturgia, círculos Bíblicos, grupos de reflexão...

Esta celebração segue a estrutura da liturgia do 21º domingo comum que se celebra nesse dia 24 de agosto, para estarmos em sintonia com toda a Igreja. Mas onde não há possibilidade de missa, pode ser adaptada como Celebração da Palavra.

Preparação do ambiente: Colocar a Bíblia, o Círio Pascal, o RICA, o Diretório Nacional de Catequese, um vaso com galhos verdes e secos e (preparar velas e um galhinho verde para cada participante). Acolher a todos com a festa do abraço.

CELEBRAÇÃO



Comentarista: A missão primordial da igreja é anunciar Jesus e testemunhá-lo no mundo; anunciar o Reino de Deus como o próprio Jesus o fez. Catequista, vocação que hoje celebramos, assume este serviço da Palavra tornando-se porta-voz da vivência cristã de toda a comunidade e procura transmitir aos catequizandos a experiência do encontro com Jesus, fundamento de nossa fé. Nesta celebração queremos agradecer e louvar a Deus pelos milhares de catequistas que ajudam dinamizar nossas comunidades em todos os recantos do Brasil.



Canto de entrada............

RITOS INICIAIS.........

Ato penitencial (feito por três catequistas a partir de limites que ainda existem na realidade local da catequese). E todos respondem “Senhor tende piedade, Cristo tende piedade, Senhor..

Glória - comentarista: Cantemos agradecendo a Deus que nos oferece a oportunidade de viver o ministério da catequese...

Canto: (se este não for conhecido, outro glória...)

Deus vos salve Deus! Deus vos salve Deus! / Deus salve a comunidade onde mora Deus / vos salve Deus!

Deus vos salve Deus! Deus vos salve Deus! / Deus

Salve os catequistas onde mora deus / vos salve Deus!

Deus vos salve Deus! Deus vos salve Deus! / Deus salve

as famílias onde mora Deus! / vos salve Deus!

ORAÇÃO: do dia.....

LITURGIA DA PALAVRA

Comentarista: A Palavra de Deus hoje nos convida a empenhar-nos com responsabilidade na administração do seu Reino. Isto se realiza na medida em que entramos na profundidade da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus, que são fruto da experiência do encontro com o Filho de Deus Vivo.

1ª Leitura: Isaías 22,19,23

Salmo Responsorial: 137/138

2ª Leitura: Romanos 11,33-36

Canto de aclamação....

Evangelho: Mt. 16, 13-20

Sugestões para a reflexão:

1 - O/a catequista deve sempre de novo se questionar sobre quem é Jesus em sua vida. Pois só poderá levar os catequizandos a uma experiência de encontro com Jesus se ele/ela mesmo/mesma tiver aprofundado seu relacionamento com o mestre. Muitas vezes Jesus se torna apenas uma lembrança distante como Elias, ou outro profeta. Para que Ele seja o Filho do Deus vivo é preciso renovar cada dia nosso desejo de viver na intimidade com Ele.

2 - A esse respeito o papa Francisco nos diz: “Precisamos recomeçar a partir de Cristo, o que significa estar familiarizado com Ele. A primeira coisa que um discípulo deve fazer, é estar com o mestre, ouvi-lo, aprender com Ele e isso é uma jornada que dura a vida inteira. Não basta dizer: Tenho o título de catequista. Isto não ajuda em nada!  Como é a presença do senhor em sua vida? Quando você olha para o Tabernáculo, o que você faz? Olhar para o Tabernáculo é ao mesmo tempo deixar se olhar por Ele. Isso aquece o coração, mantém a amizade com o Senhor, Ele faz você sentir que o senhor realmente olha, está perto de você e te ama. Não desanime! Ele ama você! Deixe se olhar por Ele. Nada mais! Eu entendo que para vocês não é tão fácil, especialmente para aqueles que são casados e tem filhos, é difícil encontrar um tempo para estar com o Senhor. Pergunte-se: como posso estar com Jesus, permanecer em Jesus?”

Profissão de Fé: Motivados pelo evangelho que refletimos e as palavras do papa Francisco queremos renovar como catequistas nosso compromisso na educação da fé dos catequizandos dessa comunidade.  (cada catequista acende uma vela no Círio Pascal e em semi-círculo ao redor do Círio rezam com toda a comunidade o CREIO.

Preces comunitárias:

Presidente: Com muita confiança e gratidão queremos nos dirigir ao Senhor e colocar-nos à sua disposição para construir o reino de vida e de amor...

Todos: EIS-ME AQUI, ENVIA-ME

Leitor/a 1: Para ajudar que  toda a Igreja de Jesus Cristo seja fiel ao seu Senhor reconhecendo nele o Messias Filho do Deus Vivo e principal protagonista da evangelização...

Todos: EIS-ME AQUI, ENVIA-ME

Leitor/a 2: Para colaborar com o processo de Iniciação à Vida Cristã, uma catequese de inspiração catecumenal  que o Concílio Vaticano II recuperou...

Todos: EIS-ME AQUI ENVIA-ME

Leitor 1: Para que em todos os regionais da CNBB seja assumido com responsabilidade o processo de preparação do Seminário Nacional de Iniciação à vida Cristã que acontecerá em novembro desse ano...

Todos: EIS-ME AQUI ENVIA-ME

Leitor 2: Na Igreja a vocação do catequista é antes de tudo profética. Dai-nos sempre a coragem de assumir o risco de ir para as periferias existenciais para levar a Vida e o Amor Deus...

Todos: EIS-ME AQUI, ENVIA-ME

Leitor/a 1: Como catequistas, proclamadores da Palavra, sejamos também praticantes daquilo que anunciamos...

Todos: EIS-ME AQUI, ENVIA-ME

Presidente da Celebração: Rezemos por fim pelo grande número de catequistas fiéis à sua missão até o fim que já partiram desta vida. Que o Deus de amor os tenha em sua misericórdia e contemplem eternamente a sua Face.  Isto pedimos por Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo...

Todos: Amém!

Canto do Ofertório

Oração Eucarística V

Após a Comunhão:

Comentarista: Para sermos testemunhas vivas da fé em Jesus que anunciamos no processo de Iniciação à Vida Cristã precisamos ser como ramos verdes, cheios de seivas e dinamismo. Para que nunca nos falte isso queremos nos dirigir ao Senhor com a Oração do/da Catequista...

Gesto: ( A coordenadora entrega a cada catequista um ramo verde que está com os outros símbolos)

Todos: ORAÇÃO DO (DA) CATEQUISTA

Como os discípulos de Emaús, somos peregrinos. Vem caminhar conosco!

Dá-nos teu Espírito, para que façamos da catequese caminho para o discipulado.

Transforma nossa Igreja em Comunidades de comunidades, orantes e acolhedoras, testemunhas de fé, de esperança, de caridade e de alegria.

Abre nossos olhos para reconhecer-Te nas situações em que a vida está ameaçada.

Aquece nosso coração, para que sintamos sempre a tua presença.

Abre nossos ouvidos para escutar tua palavra, fonte de vida e missão.

Ensina-nos a partilhar o pão e a vida em nossa caminhada. Permanece conosco, Senhor!

Faz de nós discípulos missionários, a exemplo de Maria, Mãe da fidelidade.

Tu que és o caminho, a verdade e a vida. Amém.

Comentarista: Cada catequista coloca o galho verde num vaso com água lembrando o Batismo e o próprio Jesus que é a água viva, a seiva de nossa vida.

Canto: Eis-me aqui, Senhor! Eis-me aqui, Senhor!

Pra fazer Tua vontade, pra viver no Teu amor.

Pra fazer Tua vontade, pra viver no Teu amor,

Eis-me aqui, Senhor!

1- O Senhor é o Pastor que me conduz por caminho nunca visto me enviou.

Sou chamado a ser fermento, sal e luz, e por isso respondi: aqui estou!

2- Ele pôs em minha boca uma canção, me ungiu como profeta e trovador,

Da história e da vida do meu povo, e por isso respondi: aqui estou!

3- Ponho a minha confiança no Senhor, da esperança sou chamado a ser sinal,

seu ouvido se inclinou ao meu clamor, e por isso respondi: aqui estou!

RITOS FINAIS....
Fonte: http://www.catequeseebiblia.com.br/artigos/catequese-e-familia/524-celebracao-do-dia-do-catequista-2014.html

sábado, 26 de outubro de 2013

O ser catequista

Catequista veja o filme e medite....



Este filme transporta um conjunto de mensagens muito ricas sobre o ser do catequista.

Em primeiro lugar, destaco a figura do oleiro: parece um monstro, mas com um coração e uma pedagogia de ouro. Faz-me lembrar do filme, a bela e o monstro. O monstro também é capaz de amar, e melhor do que ninguém.

Depois reparo na atitude do aprendiz. Quer aprender, mas o oleiro não ensina tudo. A melhor forma de o fazer é incentivando a trabalhar, a esforçar-se, a não desistir à primeira.

Quando consegue a primeira peça perfeita, não se sente ainda realizado. Quer mais… quer imitar o mestre. Este parece fazer tudo facilmente. Qual o segredo? Está no coração, no amor, em amar o barro, numa força espiritual que brota de dentro e não nas nossas capacidades.

Ah. Descobriu. Mas… o barro ganha vida… e foge… e agora?
É preciso respeitar o barro, a sua essência, a sua identidade. Para isso é preciso criar empatia, saber acolher. Para isso coloca as mãos em posição de acolhimento, como que a convidar. Pelo gesto, e pelo olhar, o barro sente-se respeitado e acolhido.

E vem. E já não é o oleiro a ditar o que quer fazer.

Orienta, acompanha, mas deixa-se conduzir pela dinâmica pessoal do barro.

Porque aquele barro tem dentro de si uma vida própria, e bela, que se revelará no final: a beleza da peça, com uma identidade única, e com um coração próprio.

O catequista é alguém que tem de aprender de Deus.
Alguém que precisa ser, saber e saber fazer. Isso constrói-se, treinando, estudando, fazendo. Sem desistir. Mas só consegue realmente alguma coisa, quando se sente insatisfeito, e não se instala na rotina, considerando as suas capacidades e vontades.

A verdadeira pedagogia vem do coração. Do amor ao outro. Amor que se traduz em empatia, respeito, escuta, diálogo, conhecimento. Com estas atitudes, consegue que a criança se sinta acolhida e respeitada na sua especificidade. Não as trata todas por iguais. Mas escuta, deixando-as descobrir o tesouro que transportam dentro delas. O catequista orienta. Porque ninguém educa ninguém.

Nós é que nos educamos a nós próprios, descobrindo a semente de que somos portadores, e fazendo-a descobrir. Os outros, são apenas modelos, pontos de referência, que ajudam a reflectir e apresentam ideais. Se forem interiorizados, temos educação. Se forem impostos, temos domesticação, que mais cedo ou mais tarde, irá fazer saltar os efeitos com comportamentos desviantes ou traumatizantes."

Padre José Carlos de Azevedo e Sá.

Pároco de duas paróquias: Sequeirô e Lama, Santo Tirso, Diocese de Braga.
Mestre em Multimédia em Educação, na Universidade de Aveiro, sobre o tema “A Web 2.0 na educação para os valores: problema ou desafio?”.
Fonte:http://catequeseebiblia.blogspot.com.br/search/label/Reflex%C3%A3o

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Leigos catequistas

Quando o mês de agosto tem cinco domingos, o último deles é dedicado especialmente aos catequistas. Desta vez são quase cinco domingos, pois o mês termina de sábado, no dia 31 de agosto. Na dança entre semanas e meses, desta vez a semana encaixa bem no mês, terminando junto com ele.

Mas independente de quatro ou cinco domingos, os catequistas se sentem contemplados no contexto do mês vocacional. Como de resto se sentem bem à vontade com seus catequizandos, independentemente se a comunidade valoriza, ou não, o seu bonito e importante ministério.

E ainda, há outro detalhe. Sabemos que a grande maioria dos catequistas são mulheres. Se de vez em quando convém usar a linguagem inclusiva, seria muito conveniente falar dos catequistas e, é claro, das catequistas. Mas temos a certeza que elas, as catequistas, não se sentem nem um pouco diminuídas se não enfatizamos sua condição de gênero.

Portanto, mulheres e homens assumem este ministério bonito, de iniciar na fé as crianças, os jovens, e também os adultos. Este ministério é o mais antigo que existe na Igreja. Mesmo quando uma paróquia não chegou ainda a formalizar em sua comunidade os diversos ministérios leigos, a catequese se faz presente.

Podemos dizer que é na catequese que se concretiza, de maneira especial, a assistência do Espírito Santo à Igreja, conforme a promessa feita por Cristo.

Mas se a catequese se realiza mesmo sem o apoio explícito que ela merece, não é que com isto ficamos eximidos de reconhecer sua importância, e de apoiá-la com o mínimo de recursos pedagógicos que devem se colocados à sua disposição.

Dada a importância da catequese na ação de transmitir a fé, assunto que tanto preocupa hoje a Igreja, vale a pena investir em conseguirmos bons roteiros pedagógicos, para as diversas etapas da catequese.

Neste sentido, a Diocese de Jales sente a alegria de ter elaborado, aos poucos, os seus livros de catequese, desde a catequese infantil, até a catequese de adultos, passando pela catequese de Primeira Eucaristia e da Crisma, dentro da série “Viver a Fé Construindo Comunidade”.

Nas reflexões em preparação da romaria diocesana deste ano, realizada no domingo passado, foram destacadas as diversas dimensões, vividas pela Igreja Primitiva. Dizem os Atos dos Apóstolos, que os primeiros cristãos eram “assíduos à doutrina dos Apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações”.

A primeira dessas dimensões tem uma evidente relação com a catequese: a perseverança na doutrina. Os próprios Apóstolos eram os catequistas das primeiras comunidades.

A Igreja Primitiva podia gozar deste privilégio, de ter convivido com o Mestre, de ter sido agraciada com a abundância do Espírito Santo, e de contar com a presença dos primeiros protagonistas da Igreja nascente, a nova comunhão de amor implantada por Cristo no seio da humanidade, onde ela sempre precisa permanecer como semente de força irresistível, como sal, luz e fermento fazendo germinar os sinais do Reino de Deus.

Mesmo não tendo desta vez um domingo especial para os catequistas, queremos reconhecer a importância de sua missão evangelizadora, com votos de que sejam os primeiros a experimentarem a alegria de viver os valores que eles nos transmitem.

Muito obrigado, mulheres e homens, catequistas de nossas comunidades! Que Deus os recompense pelo testemunho que nos dão e pelo trabalho que realizam!

Dom Luiz Demétrio Valentini
Fonte:http://www.portalecclesia.com/2013/08/leigos-catequistas.html

sábado, 17 de agosto de 2013

Comissão da CNBB divulga mensagem pelo dia do catequista


O dia do catequista é celebrado no dia 25 de agosto em todo Brasil. O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom Jacinto Bergmann, divulgou uma mensagem a esses importantes atores da caminhada da comunidade eclesial.

Confira na íntegra a mensagem:

Mensagem aos/às catequistas do Brasil

Um grande grito de louvor e ação de graças brota do nosso coração, por ocasião, mais uma vez, do dia do/a catequista. Nele celebramos o ministério bíblico-catequético de todos nós, tão essencial na vida da Igreja! O que seria da Igreja no Brasil, sem a plêiade de catequistas espalhados por todas as "periferias existenciais" do seu imenso território?

Neste ano de 2013, ainda em pleno Ano da Fé, fazemos a memória sagrada do documento "Catequese Renovada". Desejo que cada um/uma de vocês sinta profunda alegria, não somente pelo documento escrito, mas por causa de toda a vida que ele gerou e impulsionou em nossa caminhada eclesial. Muitos de vocês, os/as mais vividos/as, guardam na mente e no coração o grande mutirão - um verdadeiro "vendaval" provocado pelo Espírito Santo - que trazia um dinamismo novo à nossa prática bíblico-catequética. Todos nós vimos ou ouvimos falar do imenso esforço feito por pessoas que gastaram o melhor de suas vidas para divulgar e tornar vivo em nossas comunidades este espírito novo. Quero destacar, de modo muito especial, o frei Bernardo Cansi, que já está na casa do Pai, de onde continua a nos inspirar. Este homem fez da "Catequese Renovada" sua grande missão para servir Jesus Cristo de forma incansável: uma verdadeira paixão que contagiou milhares de catequistas por todo o Brasil. Na pessoa dele agradecemos a Deus toda a nuvem de catequetas e biblistas a serviço da renovação bíblico-catequética. E também agradecemos a Deus por cada um de vocês que até hoje lutam e, sem esmorecer, continuam a lutar para tornar realidade o processo de iniciação à vida cristã e de animação bíblica da vida e da pastoral, que são os frutos atuais desse esforço de renovação.

Neste dia do/a catequista também não podemos deixar de lembrar o que aconteceu entre nós há um mês atrás. O profundo processo bíblico-catequético desencadeado pela JMJ, envolvendo grande número de bispos, presbíteros, religiosos e leigos - especialmente jovens -, mas tendo o Papa Francisco como catequista principal. Ele apareceu diante de nossos olhos maravilhados de uma maneira muito simples mas profundamente tocante de evangelizar. Uma catequese, feita por ele, de gestos, de atitudes, de simbologias e de palavras cheias de afeto e unção dirigidas ao coração dos jovens e de todas as pessoas, provocando ânimo, coragem, esperança e intensa alegria. Uma perfeita experiência de catequese "comunitária, vivencial e bíblica", como o próprio documento "Catequese Renovada" propõe.

Por fim recordamos, agradecidos, o papel de Nossa Senhora Aparecida, grande catequista que sustenta a fé, a esperança e o amor do nosso povo brasileiro. Que ela esteja sempre ao nosso lado e nos alcance a bênção da Trindade Santa!

Parabéns, queridos/as catequistas da nossa Igreja no Brasil!

Dom Jacinto Bergmann
Arcebispo de Pelotas (RS)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral
para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB

Fonte: http://www.portalecclesia.com/2013/08/comissao-da-cnbb-divulga-mensagem-pelo.html

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Como ser um bom catequista?


Um momento importante da animação pastoral da Igreja onde se pode sapientemente descobrir a centralidade da Palavra de Deus, é a catequese.
Nela acontece novamente o encontro dos discípulos de Emaús com Jesus, descrito pelo evangelista Lucas (24, 13-35). Este encontro, representa em certo sentido, o modelo de uma catequese em cujo centro está a “explicação das Escrituras”, que somente Cristo é capaz de dar.
Não devemos esquecer que a catequese tem o dever de ser impregnada e embebida de pensamento, espírito e atitudes bíblicas e evangélicas, mediante um contato assíduo com os próprios textos sagrados; que a catequese só alcançará a sua riqueza e eficácia, quanto mais ler os textos com inteligência e o coração da Igreja. (V. D. 74)
Convido-vos a fazerem a experiência de refletir nas salas de catequese os fundamentos mais elementares do Catecismo da Igreja, e verão que eles serão luzes que iluminarão o caminho de fé de vossos catequizandos por toda a vida. Eles reconhecerão que aquilo que a nossa fé católica transmite aos batizados é para que eles tenham, até os últimos dias, sua existência na vida de Deus.
O horizonte para o qual deve tender todo caminho pastoral, inclusive a catequese, é a santidade. O catequista é o primeiro a viver e ser o protagonista de que o batismo é um verdadeiro ingresso na santidade de Deus. Disse o Beato João Paulo II no final do Jubileu do ano 2000; “Seria um contrassenso contentar-se com uma vida medíocre, pautada por uma ética minimalista e uma religiosidade superficial”. (N. M. I. 31)
Muitos que se deparam com a afirmação do Beato João Paulo II é impactado fortemente! Ou para abandonar a missão que está realizando, como os discípulos de Jesus que foram embora (Jo 6), ou para afirmar com mais força, aquilo que com amor foi rezado por Pedro: “A quem iremos Senhor? só tu, tens palavra de vida eterna!”
Às vezes nos reclamamos: os nossos pastores estão preocupados com a formação catequética? Mas, a Igreja não é só os pastores. São todos os batizados! Dentre eles, destacam-se os pastores, que foram tirados do meio do povo, para serem formados e, voltando ao povo, o instrua. A missão de instruir na fé é o dever de todo o cristão batizado. Se os pastores falham em sua missão, tomemos a frente nós, no que nos é possível a fazer, criando em nosso coração um interesse de educar na fé os irmãos abandonados.
Os catequistas na Igreja ocupam um lugar eminente! Estão eles à frente dos leigos que exercem o ministério de ministro extraordinário da Eucaristia, coordenador de pastoral ou de comunidade, etc. Por quê?
Porque são eles, depois dos ministros ordenados que estão à frente de nossas paróquias, os legítimos representantes do Bispo, junto ao povo de Deus. Os catequistas educam na fé! Participam do “múnus episcopal” no ensinamento que é próprio do bispo.
O catequista é aquele que tem consciência de que a vida cristã não é uma peça teatral no mundo, onde ninguém deve viver de fingindo que é de Deus. Que a Santa Missa não é um encontro social, comparado a qualquer movimento sindical, reunião privada etc. Mas, o momento da manifestação de Deus, em que as palavras, os hinos, os gestos e ações são grávidos de Deus.
Quando assumimos uma vocação, obviamente renunciamos todas as outras. A exigência é dada, a renúncia é certeira. Se não sabem, a missão de catequizar requer um encontro pessoal com Jesus, para não sermos cristãos garçons, onde ensinam que Deus é paz, perdão, alegria, amor, misericórdia, etc., mas não experimentam nada do que oferecem.
Um encontro verdadeiro com Jesus Cristo exige uma mudança de comportamento, atitudes e pensamentos. Modos como o vestir, falar, rezar etc., porque tudo em nós ensina e fala de verdade a quem servimos.
Em meio as nossas atividades diárias, não nos esqueçamos de que somos embaixadores de Deus. De que as crianças, os jovens e o povo de Deus precisam de quem, em nome de Deus, lhes sirva de pai, de mãe, de irmão, de mestre, de tudo!
São João Calábria chamava a atenção de seus irmãos de comunidade para nos encontros com os pobres, a amar as suas almas e, não, a suas aparências externas.
É fato! A verdadeira catequese se dá não com palavras, dinâmicas e encontros vazios, mas com palavras, gestos, amor e muito, mais muito amor verdadeiro por Deus nos irmãos.
E no final de nossa vida terrena, Jesus repetirá o que disse a Natanael: “aí vem um cristão de verdade, um homem sem falsidade! Pois, o maior pecado de Judas foi a falsidade.


Dicas para ser um bom catequista

       I.    Seja uma pessoa de oração (CIC 2663). Nunca comece ou termine qualquer atividade religiosa sem a oração;
    II.     Seja uma pessoa integrada na comunidade. Não pense que a sala de catequese “é sua”. Você tem a missão de instruir em “nome da Igreja”, não em seu nome;
 III.     Tenha um gosto pela Palavra de Deus e a Tradição. Ame o Catecismo da Igreja Católica, tire dele o ensinamento que os seus catequizandos necessitam;
  IV.    Procure ter qualidades humanas necessárias para trabalhar com pessoas, se possível, com a ajuda de profissionais competentes. Procure ser uma pessoa equilibrada, pontual, respeitosa, limitada no linguajar a ser utilizado para melhor compreensão da mensagem;
     V.    Saiba trabalhar em equipe. Procure ajuda sempre que precisar falar de assuntos delicados, sobre a fé. Existe uma equipe paroquial de catequese, esteja associado a ela;
  VI.    Tenha amor pelos catequizandos. Procure ter noção de psicopedagogia. Conheça os familiares de seus catequizandos, crie encontros que os envolvam;
  1. Seja autodidata na Doutrina da Igreja. Participe dos encontros formativos que a equipe paroquial, regional e diocesana de catequese disponibiliza;
  2. Planeje junto com a equipe paroquial de catequese o cronograma, os assuntos e as celebrações de sua sala de catequese;
 IX.     Crie consciência de que você faz um serviço para Deus, em Nome da Igreja, para a Igreja e com a Igreja (DGC pág. 162 cap. 156). O catequista não age sozinho, não diz o que quer e como quer;
    X.     Seja capaz de respeitar a individualidade da cada catequizando, amando-o com um amor singular. Muitos não são tratados com carinho em casa, na Igreja deve ser diferente;
Atenção! Cristo deve ser o centro da catequese (CIC 426)! Pois, sua finalidade na Igreja é levar os cristãos batizados a um perfeito conhecimento de Jesus Cristo, nosso Salvador e Deus, com o Pai e o Espírito Santo (CIC 428-429).
As pistas que trago aqui devem ser acolhidas com amor, porque se não, causará reações contrárias na vida do catequista. Espero que este texto seja assimilado por você amado catequista que doa a sua vida por amor a Jesus Cristo e a sua Igreja, com o seu sim ao Reino.  Você é importante na vida das pessoas de fé. Lembre-se de que muitos vão lhe agradecer no futuro pelos ricos momentos que você lhes proporcionou em sua sala de catequese. Deus te abençoe e parabéns pela sua missão!
Autor: Cônego José Wilson Fabrício da Silva, ocrl

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Dia do Catequista

Celebração para o dia do Catequista 2012


QUERIDAS(OS) CATEQUISTAS!

É certamente já uma tradição consagrada celebrar a diversidade das vocações na Igreja, durante o mês de agosto, e entre elas a vocação de catequista. No último domingo do mês se destaca o “Dia da(o) Catequista”. Neste dia se faz a experiência, tão recomendada pelo Diretório da Catequese, de unirmos sempre mais intimamente liturgia e catequese, para chegarmos a uma catequese litúrgica.

Também existe um hábito saudável da Comissão Bíblico-catequética da CNBB: oferecer uma proposta de celebração para o Dia da(o) Catequista. Sabemos que em toda parte já existem experiências magníficas de preparar estas celebrações com muita criatividade e grande unção. Mas também acreditamos que algumas indicações em nível nacional podem servir de inspiração para enriquecer as propostas locais.

Neste espírito de partilha e sintonia, oferecemos com simplicidade este pequeno subsídio. Esperamos que ajude a reforçar a beleza e grandeza dessa vocação tão fundamental para a vida e a missão da Igreja. E queremos nos alegrar profundamente e cantar louvores ao Senhor nesse dia, por tantas vidas a serviço do processo de educação da fé em nossas comunidades.

QUE DEUS ABENÇOE TODAS (OS) AS(OS) CATEQUISTAS DO BRASIL!
O DIA DA(DO) CATEQUISTA SERÁ CELEBRADO NO DIA 26 DE AGOSTO

Preparando o ambiente: Círio Pascal e Bíblia em destaque, outros símbolos que representem o servir do ministério catequético (conforme realidade local). Obs.: Os símbolos podem já estar em local visível ou ser levados na procissão de entrada por catequistas e catequizandos.

1 – Chegada: silêncio, oração pessoal (com fundo musical)

2 – Canto de entrada: “Missão de todos nós”, ou “Discípulos e Missionários”, ou outro mais conhecido da comunidade.

3 – Sinal da Cruz e saudação inicial

4 – Recordação da vida (sentados)

Animador: Neste dia de ação de graças pela vocação da(o) catequista, nos reunimos em torno da Mesa da Palavra de Deus e da Mesa da Eucaristia, para celebrar a presença do Ressuscitado. Ele é a razão da nossa fé, que a catequese quer despertar e amadurecer.

Queremos aproveitar a ocasião para expressar nossa alegria e gratidão pelo lindo presente que nossos bispos nos deram, o novo Documento com o nome: “Discípulos e Servidores da Palavra de Deus na Missão da Igreja”. Resume bem nosso agir na catequese: somos antes de tudo discípulos, que escutam e aprendem do mestre, para então ser servidores da Palavra através do testemunho e do anúncio, e assim colaborar na missão de realizar o Reino de Deus.

Neste ano também trazemos presente os 50 anos do início do Concílio Vaticano II, os 40 anos do Ritual da Iniciação Cristã de Adultos (o RICA) e os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica. São todos marcos significativos na história da catequese. Por isso, o papa Bento XVI proclamou um Ano da Fé a partir de outubro , para reavivar e atualizar estes acontecimentos, que como Maria guardamos em nosso coração. (Sugestão: que esses documentos sejam apresentados nesse encontro).

5 – Ato penitencial – Introdução bem objetiva relacionando-o com as motivações colocadas.

6 – Glória – Escolher uma melodia conhecida e bem vibrante.

7 – Oração do dia...

8 – Liturgia da Palavra (Do 21º Domingo do Tempo Comum)
• 1ª Leitura: Josué 24,1-2a.15-17.18b
• Salmo: 33 (cf. Lecionário)
• 2ª Leitura: Efésios 5,21-32
• Evangelho: João 6,60-69 (sugestão: proclamar duas vezes o Ev. uma vez que será objeto principal da leitura orante na homilia).
• Homilia (em forma de leitura orante).

1º Passo – LEITURA: O QUE DIZ O TEXTO?

Para ajudar:
• No capítulo 6 do Evangelho de João, Jesus faz primeiro o povo viver a experiência do sinal messiânico da partilha do pão.
• A partir desse fato, começa a fazer uma catequese sobre o Pão do Céu, que é Ele próprio, e insiste na necessidade de comer sua carne e beber seu sangue para participar do seu projeto de vida.
• O texto proclamado hoje relata a reação dos ouvintes diante dessa linguagem que Jesus usa. São palavras duras para muitos, que se escandalizam e de fininho vão caindo fora.
• Jesus aproveita a crise que isto gera para testar a firmeza ou não dos seus principais companheiros, os 12.
• Estes, no entanto, reagem bem, e Pedro em nome de todos faz esta fantástica profissão de fé: “Tu tens Palavras de Vida Eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que Tu és o Santo de Deus”. É a expressão equivalente à de Josué e ao povo de Israel quando proclamam: “ Nós serviremos ao Senhor, porque ele é nosso Deus”, que vimos na 1ª leitura. São profissões de fé históricas.

2º Passo - MEDITAÇÃO: O QUE DIZ O TEXTO PARA MIM/ PARA NÓS, HOJE?

Para ajudar:
• Nossa catequese de iniciação à Vida Cristã tem como meta principal conduzir à experiência pessoal com Jesus e ao compromisso com seu Projeto. A partir desse texto podemos perguntar:
• Que imagem de Jesus apresentamos? Temos coragem de mostrar as exigências que o discipulado traz ou apenas falamos das coisas bonitas, para não assustar?
• A fé que despertamos no processo catequético é uma fé superficial, que se escandaliza diante das “durezas” da caminhada, ou é uma fé fundamentada na Palavra de Deus, que resiste mesmo diante dos duros desafios que a vida hoje apresenta?
• Como catequistas, somos daqueles que abandonam tudo quando o processo catequético fica “pesado”, ou seguimos firmes como os 12, confiando nas palavras de vida eterna?
• Temos a disposição de Josué e do povo de Israel, que abandonaram os ídolos para proclamar: “Nós serviremos o Senhor, porque ele é nosso Deus”? Somos verdadeiros servidores da Palavra de Deus na educação da fé em nossas comunidades?

3º Passo – ORAÇÃO: O QUE O TEXTO ME LEVA/ NOS LEVA A DIZER A DEUS?

Preces espontâneas, ou versículos de Salmos, ou mantras...

4º Passo – CONTEMPLAÇÃO: COMO O TEXTO ILUMINA O MEU/ O NOSSO AGIR?

Fazer silêncio para mergulhar no Mistério de Deus. E depois assumir algum compromisso concreto (pessoal ou comunitário), em vista de sermos discípulos e servidores sempre conectados à fonte da Palavra.

9 – Liturgia Eucarística (Intercalada com cantos apropriados)

10 – Ritos Finais:
Rito de Envio: Uma vez que focamos principalmente o “servir” no processo de educação da “Fé”, sugerimos que neste momento o presidente da celebração, como catequista primeiro da comunidade, acenda no Círio Pascal velas menores e as entregue a todas(os) catequistas presentes. Com as velas acesas em uma das mãos e a oração da(o) catequista na outra, podem rezá-la juntos, como renovação de seu serviço à Palavra de Deus e à vivência da fé nesta comunidade:

ORAÇÃO DA(DO) CATEQUISTA:

SENHOR,
Como os discípulos de Emaús, somos peregrinos.
Vem caminhar conosco!
Dá-nos teu Espírito, para que façamos da catequese caminho para o discipulado.
Transforma nossa Igreja em comunidades
orantes e acolhedoras,
Testemunhas de fé, de esperança e de caridade.
Abre nossos olhos para reconhecer-Te
nas situações em que a vida está ameaçada.
Aquece nosso coração,
para que sintamos sempre a tua presença.
Abre nossos ouvidos para escutar a tua Palavra,
fonte de vida e missão.
Ensina-nos a partilhar e comungar do Pão,
alimento para a caminhada.
Permanece conosco!
Faze de nós discípulos missionários,
a exemplo de Maria sempre fiel,
sendo testemunhas de tua Ressurreição.
Tu que és o Caminho para o Pai. Amém!


Projeto Gráfico, Capa e Diagramação: Sara Nunes Silva Brito