Catequistas de Conquista
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Somos o que comemos
Não quero com isto iniciar uma nova abordagem sobre culinária
baiana, estética ou coisa assim. O intuito é provar que somos o que comemos!
Segundo o site www.orientacoesmedicas.com.br/somosoquecomemos.asp, para ter uma alimentação equilibrada, não é preciso ficar eternamente condenado ao tradicional prato de salada com uma carne grelhada.
Acrescenta ainda que os alimentos são divididos em grupos, de acordo com a função que
desempenham no organismo. Todos os grupos são necessários e a regra é ingerir apenas um de cada grupo durante cada refeição. Exceção feita às folhas verdes, que podem ser combinadas à vontade.
As proteínas são importantes para o crescimento e manutenção da massa muscular e para a
reposição celular. As principais fontes são carnes, leite, ovos e leguminosas (como feijão,lentilha e grão de bico).
Os alimentos ricos em carboidratos são a principal fonte energética para o metabolismo. São as massas, os pães e as bolachas, e o arroz, o milho, a batata, a mandioca, o açúcar e os doces.
Vitaminas e minerais ajudam a regular o metabolismo do organismo, auxiliando na formação dos tecidos. As principais fontes são as frutas e as hortaliças.
Para que sua dieta seja o mais correta possível, evite carne de porco, embutidos (salsicha,presunto) e queijos amarelos. Opte por carne de frango ou peixe, queijo branco, leite desnatado. Os vegetais podem ser ingeridos à vontade.
Para incorporar mais alimentos saudáveis na sua alimentação diária, o jeito mais fácil é comer mais frutas, verduras e cereais integrais. A maioria deles não tem gordura, colesterol ou sódio e contém muito poucas calorias. O que você ganha é muita fibra, cálcio, ferro, magnésio e vitaminas, elementos essenciais para manter seu corpo funcionando da melhor forma possível.
Mas o site adverte: cuidado com algumas frutas! O abacate e o caqui, por exemplo, são gordurosos e muito calóricos. Você pode comer todas as frutas que gostar, mas com atenção às quantidades. Com equilíbrio, pode-se comer tudo o que se gosta, emagrecer com saúde (devagar) e ainda combater a celulite.
O que é certo é que ataques cardíacos, osteoporose e outros sinais de
envelhecimento levam anos para se desenvolver. Consumir alimentos
saudáveis atrasa esse desenvolvimento, fazendo com que você viva mais e
melhor.E o site termina com uma recomendação: comece logo a comer
corretamente. Se você já está se aproximando da terceira idade, ainda não é
tarde para começar. Sempre há recompensas para se correr atrás. Somo o
que comemos.
Amados, não sou da área, mas acredito que ao se fazer um exame minucioso em uma pessoa que pratica “rigorosamente” as orientações de dietas, constata-se um organismo altamente equilibrado, produzindo as tão esperadas energias, vitalidades e longanimidade. Esse corpo sadio revela uma jovialidade que foi possível graças a sua educação alimentar. É assim no plano da estética. Mas quero apresentar outro lado dessa temática.
No plano espiritual, o ritmo acontece da mesma forma. Somos o que comemos. O Evangelho de São João no capítulo 6, 56 nos diz: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele”.
Ou seja, comendo o corpo de Jesus e bebendo o seu sangue meu corpo passa a ser o que comi. E o que eu comi? Jesus! Jesus promete: “permanece em mim e eu nEle.” Segundo o CIC 790, participamos realmente do Corpo de Cristo, somos elevados à comunhão com Ele e entre nós. Ainda no mesmo artigo encontramos mais uma verdade: aquele que respondem à Palavra de Deus e se tornam membros do Corpo de Cristo ficam estreitamente unidos a Cristo.
O CIC 1329 afirma que todos os que comem do único pão partido, Cristo, entram em comunhão com ele e já não formam senão um só corpo nele. Ou seja, somos o que comemos!
O apóstolo Paulo pergunta: “O cálice de benção que benzemos não é comunhão do sangue de Cristo? E o pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?” (1Cor 10,16). E o próprio Apóstolo responde: “Uma vez que há um só pão, nós, embora sendo muitos, formamos um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão” (1Cor 10,17).
A Eucaristia forma a Igreja e a Igreja celebra a Eucaristia. Quando comungamos o seu Corpo e Sangue, cada um de nós se torna “consangüíneo” e “concorpóreo” com Ele, e parte viva do Seu próprio Corpo. A eucaristia nos faz “Cristóforos”, isto é, portadores de Cristo, Como expressa São Cirilo de Jerusalém (†386) ou mais ainda, como sempre digo, “Cristocorpo”, ou ainda como S. Pedro: “participamos da natureza divina” (2Pe 1,4).
Através da comunhão do seu corpo e sangue, Cristo comunica-nos também o seu Espírito. Escreve S. Efrém: « Chamou o pão seu corpo vivo, encheu-o de Si próprio e do seu Espírito. [...] E aquele que o come com fé, come Fogo e Espírito. [...] Tomai e comei-o todos; e, com ele, comei o
Espírito Santo. De facto, é verdadeiramente o meu corpo, e quem o come viverá eternamente ».(Homilia IV para a Semana Santa - João Paulo II -CARTA ENCÍCLICAECCLESIA DE EUCHARISTIA)
Que coisa maravilhosa é, na verdade, fazer parte do corpo de Cristo!
Prof. Domingos Sousa
sábado, 21 de julho de 2012
A diminuição do número de Católicos
Cresce o número dos que abandonam a fé católica
O IBGE publicou que o número de católicos no Brasil, segundo o censo de 2010, caiu para 123,3 milhões, cerca de 64,6% da população.
Na verdade esses números não nos assustam e nem nos surpreendem diante da realidade que vivemos. Na verdade, quantos católicos, de fato, participam da Missa aos domingos, se Confessam, Comungam e vivem os 10 Mandamentos? Creio que não chegam a 20%.
Vários são os fatores que causam este fenômeno.
Ignorância religiosa – é o principal deles, sem dúvida. A maioria que se diz católica, na verdade o são apenas de estatística; não conhecem os dogmas, a doutrina, a história da Igreja, etc. Não é sem razão que o Papa anunciou o “Ano da Fé” com o objetivo principal de enfrentar esse analfabetismo crônico. São Paulo disse que “a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm3,15). Mas muitos católicos não sabem que esta Igreja, a que São Paulo se referia, era aquela que Cristo fundou sobre Pedro e os Apóstolos, e que as demais não foram instituídas por Jesus, mas por outros homens. Os que abandonam a fé católica nunca a conheceram de verdade.
Mas, por que muitos católicos são analfabetos da fé que professam? Várias são essas causas. A principal, me parece, a falta de uma boa catequese às crianças e aos jovens. E isto acontece, há muitos anos, porque, logicamente, faltaram e faltam bons catequistas. Os primeiros deveriam ser os pais, mas, infelizmente muitos deles também não receberam formação religiosa. Já não se reza mais em família, e os pais já não ensinam a doutrina básica para os filhos. Ligado a isso está a destruição da família católica, especialmente pela mídia imoral, devastadora dos bons costumes e da moral católica, incentivando um relativismo moral degradante e um permissivismo doentio.
A mídia de modo geral estimula uma vida de conforto, relaxada, regalada, usufruindo de todos os prazeres sem limites e sem regras. É claro que num contexto desse não vale a pena ser católico; não vale a pena adotar uma religião que exige uma moral rígida, autocontrole, vida de oração, jejum e sacrifícios.
Infelizmente ficamos sem uma boa catequese há muito tempo. A difícil situação social da América Latina gerou entre nós nos últimos 50 anos uma falsa “catequese renovada”, trazendo no seu bojo mais sociologia e política do que teologia, esvaziando e politizando a fé. O povo católico ficou à mingua de uma catequese verdadeira, baseada no Credo, nos Sacramentos, nos Mandamentos e na Oração, como pede o Catecismo. O povo ficou à mingua de uma sadia espiritualidade e foi busca-la nas seitas. Uma certa “teologia marxista da libertação”, que confunde a libertação espiritual com a libertação política, e o estabelecimento do “Reino de Deus” na terra com a implantação uma sociedade socialista e igualitária, influenciou tremendamente quase todos os Seminários do pais; prejudicando essencialmente a sua formação de muitos sacerdotes.
As homilias e catequeses deixaram de falar do pecado, do sexo fora do casamento, do céu, do inferno, do purgatório, da vida eterna, dos sacramentos, dos mandamentos, da oração…, e tudo se voltou para o social. Por isso o frei Cantalamessa, pregador do Papa chegou a dizer que a Igreja na América fez uma opção pelos pobres, mas estes fizeram uma opção pelas igrejas evangélicas. Por que nelas se fala de Deus e de tudo que foi excluído da catequese católica.
Esqueceu-se que a Igreja não foi instituída por Jesus para resolver os problemas políticos, econômicos e sociais, mas para “salvar as almas” da morte eterna. Esqueceu-se que Jesus não é o “revolucionário de Nazaré”, mas o “Redentor dos homens”, que tira o pecado do mundo, como disse João Paulo II em Puebla. “A quem iremos, Senhor, só tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68).
Em 1996, falando aos bispos do Brasil (Regionais Nordeste I e IV), sobre a “ameaça das seitas, o beato João Paulo II, falou desse grave “esvaziamento espiritual”. Disse aos bispos, entre outras coisas:
“A difusão das seitas não nos interroga se tem sido manifestado suficientemente o senso do sagrado?”
“Vosso povo, caríssimos irmãos no episcopado, quer ver os padres como verdadeiros Ministros de Deus, inclusive na sua veste e no seu modo externo de proceder. Ele quer ver o homem de Deus nos ministros de sua Igreja, uma presença que lhes inspire amor, respeito, confiança. O povo tem direito e isso pode exigi-lo de seus pastores. O que os homens querem, o que esperam é que o sacerdote com o seu testemunho de vida e com sua palavra, lhes fale de Deus”.
“O ministério da Palavra, que está intimamente ligado à Liturgia Eucarística (cf. SC, 56), contenha sempre, do início ao fim, uma mensagem espiritual. É certo que há tanta gente que não possui o suficiente para acalmar a própria fome, mas, ordinariamente, o povo tem mais fome de Deus que do pão material, pois entende que “não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4, 4)”.
“Não estaria havendo uma certa acomodação deixando de ir em busca das ovelhas que estão afastadas? Ao contrário da parábola evangélica, não é uma e outra que está tresmalhada, mas é uma parte do rebanho”.
Outro fator que destrói a fé católica hoje se encontra nas universidades. A maioria delas, com raras exceções, possuem professores que desconhecem a real História da Igreja e despejam sobre os alunos calúnias e mentiras sobre ela, gerando neles ódio e aversão à Igreja. Depois, esses jovens, futuros jornalistas, escritores, artistas, profissionais liberais, passam a ser maus formadores de opinião; se incumbem de destruir nos corações dos jovens leitores, telespectadores e internautas a fé católica e o amor a Igreja. Ela é mostrada a eles como a “megera da história”, a sanguinária, a culpada de todos os males, quando, na verdade, ela salvou e construiu a Civilização Ocidental a partir da queda do Império Romano do Ocidente.
Outro fator preponderante nesta debandada de católicos para outras comunidades não católicas, é sem dúvida o contra testemunho de muitos católicos: leigos, sacerdotes e até alguns bispos. Nada pior para a fé católica do que isso, especialmente quando parte de um religioso. Penso que nem preciso explicar as razões disso.
Mais um fator devastador para a fé católica são aqueles que dividem a Igreja Católica, não aceitando a orientação do Magistério da Igreja, se opondo ao Papa e às normas da Santa Sé. Infelizmente há muitos dentro da Igreja que se acham mais iluminados e preparados do que o Papa e ousam enfrentá-lo acintosamente. O nosso Papa disse que os piores inimigos da Igreja estão dentro dela.
Diante disso tudo a Igreja não desanima e não se desespera; ela sabe que Jesus ressuscitado caminha com ela para salvar a humanidade. O Papa João Paulo II propôs uma NOVA EVANGELIZAÇÃO, que Bento XVI a impulsiona vivamente. Pedia o Papa beato uma evangelização “com novo ardor”, “novos métodos” e “nova expressão”, e graças a Deus isso tem acontecido. Os Seminários estão se enchendo. O número de padres está crescendo sensivelmente; padres novos, ardorosos, renovados. São jovens que buscam o sacerdócio com convicção e não por conveniência ou dúvidas outras. A Igreja renasce com os “Novos Movimentos” e as “Novas Comunidades”, como disse João Paulo II, “a resposta do Espírito Santo para o novo milênio”.
Há que se priorizar nesse trabalho de resgate dos católicos o “ministério da acolhida”, os sinais exteriores da fé católica, as homilias bem feitas, etc., como Papa João Paulo II pediu aos bispos em 1996.
Nosso Papa atual tem pedido uma Igreja de qualidade mas que de quantidade; porque a Igreja é como a pequena colher de fermento que leveda toda a massa; frágil e potente como um grão de mostarda.
Prof. Felipe Aquino
Fonte: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2012/07/10/a-diminuicao-do-numero-de-catolicos/#more-11036
Devoção Mariana e culto das Imagens
Devoção Mariana e culto das Imagens
por: João Paulo II
Instrução proferida pelo papa João Paulo II na audiência geral de 29 de outubro de 1998:
1. Depois de ter justificado doutrinalmente o culto da Bem/Aventurada Virgem, o Concílio Vaticano II exorta todos os fiéis a tornarem/se os seus promotores: ´´Muito de caso pensado ensina o sagrado Concílio esta doutrina católica, e ao mesmo tempo recomenda a todos os filhos da Igreja que fomentem generosamente o culto da Santíssima Virgem, sobretudo o culto litúrgico, que tenham grande estima às práticas e exercícios de piedade para com ela, aprovados no decorrer dos séculos pelo Magistério´´.
Com esta última afirmação os Padres conciliares, sem chegar a determinações particulares, queriam reafirmar a validade de algumas orações como o Rosário e o Angelus, caras à tradição do povo cristão e frequentemente encorajadas pelos Sumos Pontífices, como meios eficazes para alimentar a vida de fé e a devoção à Virgem.
2. O texto conciliar prossegue pedindo aos crentes que ´´mantenham fielmente tudo aquilo que no passado foi decretado acerca do culto das imagens de Cristo, da Virgem e dos Santos´´.
Repropõe assim as decisões do II Concílio de Nicéia, que se realizou no ano 787 e confirmou a legitimidade do culto das imagens sagradas, contra quantos queriam destrui/las, considerando/as inadequadas para representar a divindade (cf. Redemptoris Mater, 33).
´´Nós definimos´´ / declararam os Padres daquela assembléia conciliar / ´´com todo o rigor e cuidado que, à semelhança da representação da cruz preciosa e vivificante, assim as venerandas e sagradas imagens pintadas quer em mosaico quer em qualquer outro material adaptado, devem ser expostas nas santas igrejas de Deus, nas alfaias sagradas, nos paramentos sagrados, nas paredes e mesas, nas casas e ruas; sejam elas a imagem do Senhor Deus e Salvador nosso, Jesus Cristo, ou a da Imaculada Senhora nossa, a Santa Mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos justos´´ (DS, 600).
Evocando essa definição, a Lumen Gentium quis reafirmar a legitimidade e a validade das imagens sagradas em relação a algumas tendências que têm em vista eliminá/las das igrejas e dos santuários, a fim de concentrar toda a atenção em Cristo.
3. O II Concílio de Nicéia não se limita a afirmar a legitimidade das imagens, mas procura ilustrar a sua utilidade para a piedade cristã: ´´Com efeito, quanto mais frequentemente estas imagens forem contempladas, tanto mais os que as virem serão levados à recordação e ao desejo dos modelos originários e a tributar/lhes, beijando/as, respeito e veneração´´ (DS 601).
Trata/se de indicações que valem de modo particular para o culto da Virgem. As imagens, os ícones e as estátuas de Nossa Senhora, presentes nas casas, nos lugares públicos e em inúmeras igrejas e capelas, ajudam os fiéis a invocar a sua presença constante e o seu misericordioso patrocínio nas diferentes circunstâncias da vida. Ao tornarem concreta e quase visível a ternura materna da Virgem, elas convidam a dirigir/se a Ela, a suplicar/lhe com confiança e a imitá/la, acolhendo com generosidade a vontade divina.
Nenhuma das imagens conhecidas reproduz o rosto autêntico de Maria, como já reconhecia Santo Agostinho (´´De Trinitate 8,7); contudo, ajudam/nos a estabelecer relações mais vivas com Ela. Deve ser encorajado, portanto, o uso de expor as imagens de Maria nos lugares de culto e noutros edifícios, para sentir a sua ajuda nas dificuldades e o apelo a uma vida cada vez mais santa e fiel a Deus.
4. Para promover o correto uso das sagradas efígies, o Concílio de Nicéia recorda que ´´a honra tributada à imagem, na realidade, pertence àquele que nela é representado; e quem venera a imagem, venera a realidade daquele que nela é reproduzido´´ (DS 601).
Assim, adorando na imagem de Cristo a Pessoa do Verbo Encarnado, os fiéis realizam um genuíno ato de culto, que nada tem em comum com a idolatria.
De maneira análoga, ao venerar as representações de Maria, o crente realiza um ato destinado em definitivo a honrar a pessoa da Mãe de Jesus.
5. O Vaticano II exorta, porém, os teólogos e os pregadores a evitarem tantos exageros como atitudes de demasiada estreiteza na consideração da dignidade singular da Mãe de Deus. E acrescenta: ´´Estudando, sob a orientação do Magistério, a Sagrada Escritura, os santos Padres e Doutores, e as liturgias da Igreja, expliquem como convém as funções e os privilégios da Santíssima Virgem, os quais dizem todos respeito a Cristo, origem de toda a verdade, santidade e piedade´´ (LG 67).
A autêntica doutrina mariana é assegurada pela fidelidade à Escritura e à Tradição, assim como aos textos litúrgicos e ao Magistério. A sua característica imprescindível é a referência a Cristo: tudo, de fato, em Maria deriva de Cristo e para Ele está orientado.
6. O Concílio oferece, por fim, aos crentes alguns critérios para viverem de maneira autêntica a sua relação filial com Maria: ´´E os fiéis lembrem/se de que a verdadeira devoção não consiste numa emoção estéril e passageira, mas nasce da fé, que nos faz reconhecer a grandeza da Mãe de Deus e nos incita a amar filialmente a nossa mãe e a imitar as suas virtudes´´ (LG 67).
Sobre a intercessão dos Santos
Sobre a intercessão dos Santos
São Jerônimo (340/420), doutor da Igreja:
´´Se os Apóstolos e mártires, enquanto estavam em sua carne mortal, e ainda necessitados de cuidar de si, ainda podiam orar pelos outros, muito mais agora que já receberam a coroa de suas vitórias e triunfos. Moisés, um só homem, alcançou de Deus o perdão para 600 mil homens armados; e Estevão, para seus perseguidores. Serão menos poderosos agora que reinam com Cristo? São Paulo diz que com suas orações salvara a vida de 276 homens, que seguiam com ele no navio [naufrágio na ilha de Malta]. E depois de sua morte, cessará sua boca e não pronunciará uma só palavra em favor daqueles que no mundo, por seu intermédio, creram no Evangelho?´´ (Adv. Vigil. 6)
Santo Hilário de Poitiers (310/367), bispo e doutor da Igreja:
´´Aos que fizeram tudo o que tiveram ao seu alcance para permanecer fiéis, não lhes faltará, nem a guarda dos anjos nem a proteção dos santos´´.
São Cirilo de Jerusalém (315/386): bispo de Jerusalém e doutor da Igreja:
´´Comemoramos os que adormeceram no Senhor antes de nós: Patriarcas, profetas, Apóstolos e mártires; para que Deus, por sua intercessão e orações, se digne receber as nossas´´.
Concílio de Trento (1545/1563 / 25ª Sessão):
´´Os santos que reinam agora com Cristo, oram a Deus pelos homens. É bom e proveitoso invocá/los suplicantemente e recorrer às suas orações e intercessões, para que vos obtenham benefícios de Deus, por NSJC, único Redentor e Salvador nosso. São ímpios os que negam que se devam invocar os santos que já gozam da eterna felicidade no céu. Os que afirmam que eles não oram pelos homens, os que declaram que lhes pedir por cada um de nós em particular é idolatria, repugna à palavra de Deus e se opõe à honra de Jesus Cristo, único Mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2,5)´´.
Espiritualidade do Catequista
A palavra espiritualidade vem de spiritus, do verbo spirare, que quer dizer “soprar”.
É uma força que nos determina a viver de corpo e alma, e por isso mesmo nos envolve totalmente. Para nós cristãos, a espiritualidade é a vivência segundo o espírito de Deus. A espiritualidade chamada cristã é a espiritualidade de Jesus. Vivê-la significa deixar que o espírito de Jesus nos inspire e nos conduza pelos caminhos da vida. É amar como Jesus amou e viver como Jesus viveu. A espiritualidade faz com que eu permita a ação do espírito de Deus no meu modo de pensar, animar e agir. Somente esta força que vem de Deus e a vivência segundo o espírito, são capazes de nos fazer sair de nós mesmos para nos colocarmos a serviço do irmão e da irmã que está ao nosso lado.
O poeta Exupéry, no Pequeno Príncipe diz o seguinte: “só se vê bem com o coração: o essencial é invisível aos olhos”. Assim também é a espiritualidade, ela nos faz ver o mundo com o coração, nos faz posicionar-nos diante da vida e das coisas de maneira diferente. Dá uma nova tonalidade ao nosso modo de ser e viver neste mundo.
Sendo assim, a espiritualidade na vida do catequista o faz viver em íntima sintonia com Deus, consigo mesmo e com as demais pessoas. O faz avançar no seguimento de Jesus, sendo discípulo fiel e testemunha que vive com coerência o projeto de vida cristã. O faz “diferente” entre tantos diferentes.
O Estudo da CNBB nº 59, discorrendo sobre a formação de catequistas e mencionando o Diretório Catequético Geral n.º 114, diz o seguinte: “A missão confiada ao catequista exige dele uma intensa vida sacramental e espiritual, o hábito da oração, o sentido profundo da excelência da mensagem cristã, a atitude de caridade, humildade e prudência”. O catequista deve investir em si mesmo, ou seja, na sua própria formação espiritual, pois, humanamente ele carece disso para exercer bem sua missão.
O catequista é chamado a beber sempre na fonte da espiritualidade, que é o próprio Jesus Cristo. Somente ali ele encontrará o sustento para continuar sua missão de anunciador da Palavra de vida e para ser testemunha fiel do Mestre diante dos desafios e dificuldades encontrados na missão.
Que a virgem Maria ajude todos os catequistas em seu ministério, afim de que sejam corajosos e tementes a Deus. Que busquem beber desta fonte de espiritualidade todos os dias: pela meditação da Palavra, pela vivência da eucaristia e pela experiência de oração.
Irmã Valdinéia Aparecida dos Santos, mnsg
Fonte: http://www.irmasgracianas.com.br/portal/catequese/740-espiritualidade-do-catequista
Espiritualidade do Catequista
DIMENSÕES DA ESPIRITUALIDADE DO CATEQUISTA
Sem uma espiritualidade que acalente e alimente,
o nosso trabalho como catequistas torna-se mero ativismo.
a) ESPIRITUALIDADE BÍBLICA:
A Bíblia ocupa um lugar muito especial na espiritualidade do catequista. Dessa espiritualidade bíblica vai depender a maneira como o catequista orienta seus catequizandos. Ele precisa despertar nos seus catequizandos o gosto pela Palavra de Deus. Quem não tem nenhuma familiaridade com a Bíblia dificilmente fará uma catequese bíblica.
b) A ESPIRITUALIDADE PROFÉTICA
Na qualidade de profeta, o catequista deve fazer a experiência de Deus marcada pela indignação diante da injustiça, da opressão, da marginalização e da exclusão. O catequista fala em nome de Deus, mas também em nome dos oprimidos e injustiçados que não tem voz.
c) A ESPIRITUALIDADE DE COMUNHÃO
Faz parte da espiritualidade do catequista caminhar com a igreja e a comunidade. Não se pode seguir um caminho próprio, desligado da ação pastoral da paróquia. A comunidade é o espaço apropriado para construir novas relações, baseadas no diálogo, na compreensão e na cooperação mútuas, no serviço desinteressado e na entrega de si mesmo pelo bem dos demais, a exemplo de Jesus Cristo.
d) A ESPIRITUALIDADE “APAIXONADA”
Catequistas apaixonados pela sua missão dão testemunho da beleza desse ministério na Igreja e não desistem facilmente, mas perseveram.
Essa paixão deve gerar na pessoa do catequista a alegria, a descontração. A espiritualidade supõe a capacidade de rir de nós mesmos, de saber olhar com certa distância os fatos difíceis de serem vividos. Jesus também agiu com senso de humor. Junto com o humor vem a paciência, que é a capacidade de resistência que muitas vezes perdura tempo.
e) A ESPIRITUALIDADE DO COTIDIANO
Nossa espiritualidade precisa ser moldada pelo nosso cotidiano. Uma pergunta indispensável é esta: Se Jesus vivesse na atual sociedade, como ele falaria hoje? Sura oração era cheia de comparações e símbolos do seu tempo. Quais recursos ele hoje utilizaria para anunciar o Reino? Não se pode separar espiritualidade da vida, e nem considerar que na oração deve-se deixar de lado os problemas que nos atingem.
f) A ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA
O catequista missionário deve encontrar em Jesus, o Bom Pastor, o seu modelo e guia interior no desempenho da missão de educador da fé. O seu amor deverá ser intenso e ao mesmo tempo expansivo. Sua ação missionária consiste em levar a mensagem de fé no coração da família do catequizando, como fez Jesus em suas visitas, proclamando o amor e misericórdia de Deus: “hoje a salvação entrou nesta casa” (Lc 19,9)
g) ESPIRITUALIDADE SACRAMENTAL
É na celebração dos Sacramentos que o catequista missionário é fortalecido para o exercício do seu ministério, experimentando significativamente a alegria do perdão de Deus, e a força que brota da Eucaristia, fonte e ápice da vida cristã. A Eucaristia é de todos os outros sacramentos para levar a perfeição e comunhão com Deus Pai, na identificação com Jesus seu Filho pela ação do Espírito Santo;
PESSOA DE ESPIRITUALIDADE, QUE QUER CRESCER EM SANTIDADE.
DNC Nº264
O catequista coloca-se na escola do Mestre e faz com Ele uma experiência de vida e de fé.
Alimenta-se das inspirações do Espírito Santo para transmitir a mensagem com coragem, entusiasmo e ardor. “Esta 1é a vida eterna: que conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que enviaste” (Jo 7,3).
Nutre-se
da Palavra,
da Eucaristia
da vida de oração,
e da devoção mariana.
Falará mais pelo exemplo do que pelas palavras que profere (DF CR 146).
A verdadeira formação alimenta a espiritualidade do próprio catequista, de maneira que sua ação nasça do testemunho de sua própria vida.
Fonte: http://catequesecaminhando.blogspot.com.br/2012/02/espiritualidade-do-catequista-dimensoes.html
Dinâmicas
121. O Presente
Esta dinâmica nos foi enviada e funciona
muito bem no lugar de um amigo oculto em
festas de fim de ano, para um grupo onde os
membros já se conheçam bem. É um trabalho
muito interessante para ressaltar as
qualidades de cada um desse grupo, dando
oportunidade de reconhecimento de certos
sentimentos e causa um impacto muito
interessante entre os participantes.
Experimente !
Como desenvolver a dinâmica: Estabelece-se
o número de participantes e seleciona-se o
mesmo número de qualidades para serem
abordadas durante a dinâmica. Poderão ser
introduzidas algumas que achar relevante
dentro da situação em que vive. A pretensão é
que todos escolham uns aos outros durante a
mesma, podendo acontecer de algum
participante não ser escolhido.
O Presente: O organizador pode escolher
como presente alguma guloseima como uma
caixa de bombom com o mesmo número de
participantes, ou outro que possa ser
distribuído uniformemente no final da
dinâmica. Este presente deve ser leve e de
fácil manejo pois irá passar de mão em mão.
Tente embrulhá-lo bem atrativo com um papel
bonito e brilhante para aumentar o interesse
dos participantes em ganhá-lo.
Disposição e local: os participantes devem
estar em roda ou descontraidamente
próximos.
Início: O organizador com o presente nas
mãos diz (exemplo): Caros amigos, eu
gostaria de aproveitar este momento para
satisfazer um desejo que há muito venho
querendo fazer. Eu queria presentear uma
pessoa muito especial que durante o ano foi
uma grande amiga e companheira e quem eu
amo muito. Abraça a pessoa e entrega o
presente. Em seguida pede um pouquinho de
silência e lê o parágrafo 1:
1. PARABÉNS!
*Você tem muita sorte. Foi premiado com este
presente. Somente o amor e não o ódio é
capaz de curar o mundo. Observe os amigos
em torno e passe o presente que recebeu
para quem você acha mais ALEGRE.
Ao repassar o presente, a pessoa que recebe
deve ouvir o parágrafo 2 e assim por diante:
2. ALEGRIA! ALEGRIA!
Hoje é festa, pessoas como você transmitem
otimismo e alto astral. Parabéns, com sua
alegria passe o presente a quem acha mais
INTELIGENTE.
3. A inteligência nos foi dada por Deus.
Parabéns por ter encontrado espaço para
demonstrar este talento, pois muitas pessoas
são inteligentes e a sociedade, com seus
bloqueios de desigualdade, impede que eles
desenvolvam sua própria inteligência. Mas o
presente ainda não é seu. Passe-o a quem
lhe transmite PAZ.
4. O mundo inteiro clama por paz e você
gratuitamente transmite esta tão grande
riqueza. Parabéns! Você está fazendo falta às
grandes potências do mundo, responsáveis
por tantos conflitos entre a humanidade. Com
muita Paz, passe o presente a quem você
considera AMIGO.
5. Diz uma música de Milton Nascimento, que
"amigo é coisa para se guardar do lado
esquerdo do peito, dentro do coração".
Parabéns por ser amigo, mas o presente. . .
ainda não é seu. Passe-o a quem você
considera DINÂMICO.
6. Dinamismo é fortaleza, coragem,
compromisso e irradia energia. Seja sempre
agente multiplicador de boas idéias e boas
ações em seu meio. Parabéns! Mas passe o
presente a quem acha mais SOLIDÁRIO.
7. Parabéns! Você prova ser continuador e
seguidor dos ensinamentos de CRISTO.
Solidariedade é de grande valor. Olhe para os
amigos e passe o presente a quem você
considera ELEGANTE (bonito, etc...).
8. Parabéns! Elegância (beleza, etc...)
completa a criação humana e sua presença
torna-se marcante, mas o presente ainda não
será seu, passe-o a quem você acha mais
SEXY.
9. Parabéns! A sensualidade torna a presença
ainda mais marcante e atraente. Mas o
presente não será seu. Passe-o a quem você
acha mais OTIMISTA.
10. Otimista é aquele que sabe superar todos
os obstáculos com alegria, esperando o
melhor da vida e transmite aos outros a
certeza de dias melhores. Parabéns por você
ser uma pessoa otimista! É bom conviver com
você, mas o presente ainda não será seu.
Passe-o a quem você acha COMPETENTE.
11. Competentes são pessoas capazes de
fazer bem todas as atividades a elas
confiadas e em todos os empreendimentos
são bem sucedidas, porque foram bem
preparadas para a vida. Essas são pessoas
competentes como você. Mas o presente
ainda não é seu. Passe-o a quem você
considera CARIDOSO.
12. A caridade é como diz São Paulo aos
Coríntios: "ainda que eu falasse a língua dos
anjos, se não tiver caridade sou como o
bronze, que soa mesmo que conhecesse
todos os mistérios, toda a ciência, mesmo que
tomasse a fé para transportar montanhas, se
não tiver caridade de nada valeria. A caridade
é paciente, não busca seus próprios
interesses e está sempre pronta a ajudar, a
socorrer. Tudo desculpa, tudo crê, tudo
suporta, tudo perdoa". Você que é assim tão
perfeito na caridade, merece o presente. Mas
mesmo assim, passe o presente a quem você
acha PRESTATIVO.
13. Prestativo é aquele que serve a todos com
boa vontade e está sempre pronto a qualquer
sacrifício para servir. São pessoas agradáveis
e todos se sentem bem em conviver. Você
bem merece o presente. Mas ele ainda não é
seu. Passe-o a quem você acha que é um
ARTISTA.
14. Você que tem o dom da Arte e sabe
transformar tudo, dando beleza, luz, vida,
harmonia a tudo que toca. Sabe suavizar e
dar alegria a tudo que faz. Admiramos você
que é realmente um artista, mas o presente
ainda não é seu. Passe-o a quem você acha
que tem FÉ.
15. Fé é o dom que vem de Deus. Feliz de
você que tem fé, pois com ela você suporta
tudo, espera e confia porque sabe que Deus
virá em socorro nas horas difíceis e poderá
ser feliz. Diz o salmo 26 " O Senhor é a minha
luz e minha salvação, de quem terei medo?"
Se você acredita e espera tanto de Deus,
sabe também esperar e ter fé nos homens e
na vida e assim será feliz. Mas o presente não
é seu, pois você não precisa dele. Passe-o a
quem você acha que tem o espírírito de
LIDERANÇA.
16. Líderes são pessoas que sabem guiar,
orientar e dirigir pessoas ou grupos, com
capacidade, dinamismo e segurança. Junto de
você que é líder sentimos seguros e
confiamos em tudo o que você diz e resolve
fazer. Confiamos muito em você, que é líder,
mas o presente ainda não é seu. Passe-o a
quem você acha mais JUSTO.
17. Justiça! Foi o que Cristo mais pediu para o
seu povo e por isso foi crucificado. Mas não
desanime. Ser justo é colaborar com a
transformação de nossa sociedade. Mas já
que você é muito justo, não vai querer o
presente só para você. Abra e distribua com
todos, desejando-lhes FELICIDADES !
E assim o presente é distribuído entre todos !
Autor: Desconhecido
Esta dinâmica nos foi enviada e funciona
muito bem no lugar de um amigo oculto em
festas de fim de ano, para um grupo onde os
membros já se conheçam bem. É um trabalho
muito interessante para ressaltar as
qualidades de cada um desse grupo, dando
oportunidade de reconhecimento de certos
sentimentos e causa um impacto muito
interessante entre os participantes.
Experimente !
Como desenvolver a dinâmica: Estabelece-se
o número de participantes e seleciona-se o
mesmo número de qualidades para serem
abordadas durante a dinâmica. Poderão ser
introduzidas algumas que achar relevante
dentro da situação em que vive. A pretensão é
que todos escolham uns aos outros durante a
mesma, podendo acontecer de algum
participante não ser escolhido.
O Presente: O organizador pode escolher
como presente alguma guloseima como uma
caixa de bombom com o mesmo número de
participantes, ou outro que possa ser
distribuído uniformemente no final da
dinâmica. Este presente deve ser leve e de
fácil manejo pois irá passar de mão em mão.
Tente embrulhá-lo bem atrativo com um papel
bonito e brilhante para aumentar o interesse
dos participantes em ganhá-lo.
Disposição e local: os participantes devem
estar em roda ou descontraidamente
próximos.
Início: O organizador com o presente nas
mãos diz (exemplo): Caros amigos, eu
gostaria de aproveitar este momento para
satisfazer um desejo que há muito venho
querendo fazer. Eu queria presentear uma
pessoa muito especial que durante o ano foi
uma grande amiga e companheira e quem eu
amo muito. Abraça a pessoa e entrega o
presente. Em seguida pede um pouquinho de
silência e lê o parágrafo 1:
1. PARABÉNS!
*Você tem muita sorte. Foi premiado com este
presente. Somente o amor e não o ódio é
capaz de curar o mundo. Observe os amigos
em torno e passe o presente que recebeu
para quem você acha mais ALEGRE.
Ao repassar o presente, a pessoa que recebe
deve ouvir o parágrafo 2 e assim por diante:
2. ALEGRIA! ALEGRIA!
Hoje é festa, pessoas como você transmitem
otimismo e alto astral. Parabéns, com sua
alegria passe o presente a quem acha mais
INTELIGENTE.
3. A inteligência nos foi dada por Deus.
Parabéns por ter encontrado espaço para
demonstrar este talento, pois muitas pessoas
são inteligentes e a sociedade, com seus
bloqueios de desigualdade, impede que eles
desenvolvam sua própria inteligência. Mas o
presente ainda não é seu. Passe-o a quem
lhe transmite PAZ.
4. O mundo inteiro clama por paz e você
gratuitamente transmite esta tão grande
riqueza. Parabéns! Você está fazendo falta às
grandes potências do mundo, responsáveis
por tantos conflitos entre a humanidade. Com
muita Paz, passe o presente a quem você
considera AMIGO.
5. Diz uma música de Milton Nascimento, que
"amigo é coisa para se guardar do lado
esquerdo do peito, dentro do coração".
Parabéns por ser amigo, mas o presente. . .
ainda não é seu. Passe-o a quem você
considera DINÂMICO.
6. Dinamismo é fortaleza, coragem,
compromisso e irradia energia. Seja sempre
agente multiplicador de boas idéias e boas
ações em seu meio. Parabéns! Mas passe o
presente a quem acha mais SOLIDÁRIO.
7. Parabéns! Você prova ser continuador e
seguidor dos ensinamentos de CRISTO.
Solidariedade é de grande valor. Olhe para os
amigos e passe o presente a quem você
considera ELEGANTE (bonito, etc...).
8. Parabéns! Elegância (beleza, etc...)
completa a criação humana e sua presença
torna-se marcante, mas o presente ainda não
será seu, passe-o a quem você acha mais
SEXY.
9. Parabéns! A sensualidade torna a presença
ainda mais marcante e atraente. Mas o
presente não será seu. Passe-o a quem você
acha mais OTIMISTA.
10. Otimista é aquele que sabe superar todos
os obstáculos com alegria, esperando o
melhor da vida e transmite aos outros a
certeza de dias melhores. Parabéns por você
ser uma pessoa otimista! É bom conviver com
você, mas o presente ainda não será seu.
Passe-o a quem você acha COMPETENTE.
11. Competentes são pessoas capazes de
fazer bem todas as atividades a elas
confiadas e em todos os empreendimentos
são bem sucedidas, porque foram bem
preparadas para a vida. Essas são pessoas
competentes como você. Mas o presente
ainda não é seu. Passe-o a quem você
considera CARIDOSO.
12. A caridade é como diz São Paulo aos
Coríntios: "ainda que eu falasse a língua dos
anjos, se não tiver caridade sou como o
bronze, que soa mesmo que conhecesse
todos os mistérios, toda a ciência, mesmo que
tomasse a fé para transportar montanhas, se
não tiver caridade de nada valeria. A caridade
é paciente, não busca seus próprios
interesses e está sempre pronta a ajudar, a
socorrer. Tudo desculpa, tudo crê, tudo
suporta, tudo perdoa". Você que é assim tão
perfeito na caridade, merece o presente. Mas
mesmo assim, passe o presente a quem você
acha PRESTATIVO.
13. Prestativo é aquele que serve a todos com
boa vontade e está sempre pronto a qualquer
sacrifício para servir. São pessoas agradáveis
e todos se sentem bem em conviver. Você
bem merece o presente. Mas ele ainda não é
seu. Passe-o a quem você acha que é um
ARTISTA.
14. Você que tem o dom da Arte e sabe
transformar tudo, dando beleza, luz, vida,
harmonia a tudo que toca. Sabe suavizar e
dar alegria a tudo que faz. Admiramos você
que é realmente um artista, mas o presente
ainda não é seu. Passe-o a quem você acha
que tem FÉ.
15. Fé é o dom que vem de Deus. Feliz de
você que tem fé, pois com ela você suporta
tudo, espera e confia porque sabe que Deus
virá em socorro nas horas difíceis e poderá
ser feliz. Diz o salmo 26 " O Senhor é a minha
luz e minha salvação, de quem terei medo?"
Se você acredita e espera tanto de Deus,
sabe também esperar e ter fé nos homens e
na vida e assim será feliz. Mas o presente não
é seu, pois você não precisa dele. Passe-o a
quem você acha que tem o espírírito de
LIDERANÇA.
16. Líderes são pessoas que sabem guiar,
orientar e dirigir pessoas ou grupos, com
capacidade, dinamismo e segurança. Junto de
você que é líder sentimos seguros e
confiamos em tudo o que você diz e resolve
fazer. Confiamos muito em você, que é líder,
mas o presente ainda não é seu. Passe-o a
quem você acha mais JUSTO.
17. Justiça! Foi o que Cristo mais pediu para o
seu povo e por isso foi crucificado. Mas não
desanime. Ser justo é colaborar com a
transformação de nossa sociedade. Mas já
que você é muito justo, não vai querer o
presente só para você. Abra e distribua com
todos, desejando-lhes FELICIDADES !
E assim o presente é distribuído entre todos !
Autor: Desconhecido
Não podemos aceitar que o sal se torne insípido
Não podemos aceitar que o sal se torne insípido
No dia 11 de outubro de 2011, pela Carta Apostólica “Porta fidei”, o Papa Bento XVI proclamou um novo Ano da Fé, que será de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013, Solenidade de nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, no cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II.
O último Ano da Fé proclamado por um papa foi em 1967 quando, após o Concílio Vaticano II, o Pontífice Paulo VI o proclamou e o encerrou com a sua "Profissão de Fé", o “Credo do Povo de Deus”. O objetivo era dissipar os erros de doutrina que se propagavam após o Concílio Vaticano II. Também para que houvesse, em toda a Igreja, “uma autêntica e sincera profissão da mesma fé”. Certamente, Bento XVI quer hoje também coibir os erros de doutrina que se espalham na Igreja.
O Papa Bento XVI começa dizendo que "não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida" (cf.Mt 5,13-16). "Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna" (Jo 6,27). O Santo Padre lembra que, na data de 11 de outubro de 2012, completam-se vinte anos da publicação do "Catecismo da Igreja Católica". Ele ressalta que convocou um Sínodo dos Bispos para o mês de outubro de 2012 tendo por tema "a nova evangelização para a transmissão da fé cristã".
O Pontífice fala efusivamente da importância do Concílio Vaticano II: "Sinto hoje ainda mais intensamente o dever de indicar o Concílio como a grande graça que beneficiou a Igreja no século XX. Nele se encontra uma bússola segura para nos orientar no caminho do século que começa”. Quero aqui repetir com veemência as palavras que disse a propósito do Concílio poucos meses depois da minha eleição para Sucessor de Pedro: "Se o lermos e recebermos, guiados por uma justa hermenêutica, o Concílio pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força para a renovação sempre necessária da Igreja”. Essas palavras do Papa fazem calar aqueles que se opõem ao Concílio.
O Ano da Fé, diz o Papa, é um “convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo” (cf. At4,12). Teremos oportunidade de confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro, nas nossas casas e no meio das nossas famílias”. O Papa quer que, neste Ano da Fé, tanto as comunidades religiosas como as paroquiais e todas as realidades eclesiais, antigas e novas, “façam publicamente profissão do Credo”. Ele quer que cada crente “confesse a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança”.
O Papa lembra que a profissão de fé não pode ser apenas algo privado, no silêncio dos lares e da Igreja, mas pública: "Por sua vez, o professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso público. O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé, precisamente por que é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita. No dia de Pentecostes, a Igreja manifesta, com toda a clareza, esta dimensão pública do crer e do anuncia a própria fé a toda gente”. Assim, o Papa pede uma ação clara contra o laicismo anticatólico agressivo que quer confinar a fé nas casas e nas igrejas.
Fortemente, o Papa Bento XVI chama a atenção para o uso do "Catecismo da Igreja" no Ano da Fé. "Para chegar a um conhecimento sistemático da fé, todos podem encontrar um subsídio precioso e indispensável no Catecismo da Igreja Católica. o Beato João Paulo II escrevia: “Este Catecismo dará um contributo muito importante à obra de renovação de toda a vida eclesial (...). Declaro-o norma segura para o ensino da fé e, por isso, instrumento válido e legítimo ao serviço da comunhão eclesial”. “O Ano da Fé deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo da Igreja Católica a sua síntese sistemática e orgânica. Nele, de fato, sobressai a riqueza de doutrina que a Igreja acolheu, guardou e ofereceu durante os seus dois mil anos de história.
Desde a Sagrada Escritura aos padres da Igreja, desde os mestres de teologia aos santos que atravessaram os séculos, o Catecismo oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos crentes na sua vida de fé. O Catecismo da Igreja Católica apresenta o desenvolvimento da fé até chegar aos grandes temas da vida diária. Repassando as páginas, descobre-se que o que ali se apresenta não é uma teoria, mas o encontro com uma Pessoa que vive na Igreja. Na mesma linha, a doutrina do Catecismo sobre a vida moral adquire todo o seu significado se for colocada em relação com a fé, a liturgia e a oração”.
E continua o Papa: “No ano em questão, o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé, sobretudo para quantos têm a peito a formação dos cristãos, tão determinante no nosso contexto cultural”.
Por fim, o Papa pede que, ao longo deste ano, mantenhamos o olhar fixo sobre Jesus Cristo, “autor e consumador da fé” (Heb 12,2); pois “o justo vive pela fé” (Hab 2,3; Rm 1, 17; Gal 3. 11; Hb 10,38) e “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6).
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12540
Deus
A seguir uma historia para aumentarmos nossa fé no Criador!
Professor: Você é um cristão, não é filho?
Aluno: Sim, senhor.
Professor: Então, você acredita em Deus?
Aluno: Absolutamente, senhor.
Professor: Deus é bom?
Aluno: Claro.
Professor: Deus é todo poderoso?
Aluno: Sim.
Professor: Meu irmão morreu de câncer, embora ele orou a Deus para curá-lo. A maioria de nós iria tentar ajudar outras pessoas que estão doentes. Mas Deus não o fez. Como isso é um bom Deus, então? Hmm?
(Estudante ficou em silêncio.)
Professor: Você não pode responder, não é? Vamos começar de novo, meu rapaz. Deus é bom?
Aluno: Sim.
Professor: E satanás é bom?
Aluno: Não.
Professor: De onde é que satanás vem?
Aluno: A partir de ... DEUS ...
Professor: Isso mesmo. Diga-me filho, existe o mal neste mundo?
Aluno: Sim.
Professor: O mal está em toda parte, não é? E Deus fez tudo. Correto?
Aluno: Sim.
Professor: Então quem criou o mal?
(Estudante não respondeu.)
Professor: Existe doença? Imoralidade? Ódio? Feiúra? Todas estas coisas terríveis existem no mundo, não é?
Aluno: Sim, senhor.
Professor: Então, quem as criou?
(Estudante não tinha resposta.)
Professor: A ciência diz que você tem 5 sentidos que você usa para identificar e observar o mundo ao seu redor. Diga-me, filho, você já viu DEUS?
Aluno: Não, senhor.
Professor: Diga-nos se você já ouviu o teu Deus?
Aluno: Não, senhor.
Professor: Você já sentiu o seu Deus, provou o seu DEUS, cheirou o teu Deus? Alguma vez você já teve qualquer percepção sensorial de DEUS?
Aluno: Não, senhor. Me desculpe mas eu não tive.
Professor: Mas você ainda acredita nele?
Aluno: Sim.
Professor: De acordo com empírica, Protocolo, Testável demonstrável, da Ciência diz que o vosso Deus não existe. O que você acha disso, filho?
Aluno: Nada. Eu só tenho a minha fé.
Professor: Sim, fé. E com o que a Ciência tem problema.
Aluno: Professor, existe tal coisa como o calor?
Professor: Sim.
Aluno: E existe tal coisa como o frio?
Professor: Sim.
Aluno: Não, senhor. Não há.
(O auditório ficou muito quieto com essa sucessão de eventos.)
Aluno: Senhor, você pode ter muito calor, e ainda mais calor, superaquecimento, mega calor, calor branco, pouco calor ou nenhum calor. Mas não temos nada que se chame frio. Podemos atingir - 236 graus abaixo de zero que não é calor, mas não podemos ir mais longe que isso. O frio não existe. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de calor. Não podemos medir o frio. O calor é energia. Frio não é o oposto de calor, senhor, apenas a ausência dele.Solicitações
Solicitações
(Havia silêncio no auditório.)Solicitações
Solicitações
Estudante: E sobre a escuridão, Professor? Existe tal coisa como a escuridão?Solicitações
Solicitações
Professor: Sim. O que é a noite, se não existe a escuridão?Solicitações
Solicitações
Estudante: Você está errado novamente, senhor. A escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, a luz normal, luz brilhante, luz piscante. Mas se você não tem luz constantemente, você não tem nada e você a chama de escuridão, não é? Na realidade não é. Se isso fosse correto, você seria capaz de fazer mais escura a escuridão, não seria?Solicitações
Solicitações
Professor: Então, a qual ponto você quer chagar, rapaz?Solicitações
Solicitações
Aluno: Senhor, o meu ponto é que a sua premissa filosófica é falha.Solicitações
Solicitações
Professor: Falha? Você pode explicar como?Solicitações
Solicitações
Aluno: Senhor, você está trabalhando na premissa da dualidade. Você argumenta que há vida e há morte, um Deus bom e um Deus mau. Você está vendo o conceito de Deus como algo finito, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode explicar um pensamento. Ele usa eletricidade e magnetismo, mas nunca viu, muito menos completamente compreendeu qualquer um. Para ver a morte como o oposto da vida é ser ignorante do fato de que a morte não pode existir como algo substantivo.Solicitações
Solicitações
A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora me diga, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?Solicitações
Solicitações
Professor: Se você está se referindo ao processo evolutivo natural, sim, claro, eu faço.Solicitações
Solicitações
Estudante: Você já observou a evolução com seus próprios olhos, senhor?Solicitações
Solicitações
(O professor balançou a cabeça com um sorriso, começando a perceber aonde argumento estava indo.)Solicitações
Solicitações
Estudante: Como ninguém jamais observou o processo de evolução em trabalho e não pode sequer provar que este processo é um empreendimento em curso. Você não está ensinando a sua opinião, senhor? Você não um cientista, mas um pregador?Solicitações
Solicitações
(A classe estava em alvoroço.)Solicitações
Solicitações
Aluno: Existe alguém na classe que já viu o cérebro do professor?Solicitações
Solicitações
(A classe explodiu em gargalhadas.)Solicitações
Solicitações
Aluno: Existe alguém aqui que já ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos empiricos, estável, comprovada, a Ciência diz que você não tem cérebro, senhor. Com todo o respeito, senhor, como então confiar em suas palestras, senhor?Solicitações
Solicitações
(A sala ficou em silêncio. O Professor olhou para o aluno, com o rosto insondável.)Solicitações
Solicitações
Professor: Eu acho que você vai ter que toma-las pela, fé filho.Solicitações
Solicitações
Aluno: É isso senhor ... Exatamente! O elo entre o homem e Deus é fé. Isso é tudo o que mantém as coisas vivas e em movimento.Solicitações
Solicitações
P.S.Solicitações
Solicitações
Acredito que vocês tenham gostado da conversa. E se assim for, você provavelmente vai querer seus amigos / colegas para aproveitar o mesmo, não vai?Solicitações
Solicitações
Transmita isto para aumentar seu conhecimento ... ou fé.Solicitações
Solicitações
A propósito, o aluno era EINSTEIN.
Professor: Você é um cristão, não é filho?
Aluno: Sim, senhor.
Professor: Então, você acredita em Deus?
Aluno: Absolutamente, senhor.
Professor: Deus é bom?
Aluno: Claro.
Professor: Deus é todo poderoso?
Aluno: Sim.
Professor: Meu irmão morreu de câncer, embora ele orou a Deus para curá-lo. A maioria de nós iria tentar ajudar outras pessoas que estão doentes. Mas Deus não o fez. Como isso é um bom Deus, então? Hmm?
(Estudante ficou em silêncio.)
Professor: Você não pode responder, não é? Vamos começar de novo, meu rapaz. Deus é bom?
Aluno: Sim.
Professor: E satanás é bom?
Aluno: Não.
Professor: De onde é que satanás vem?
Aluno: A partir de ... DEUS ...
Professor: Isso mesmo. Diga-me filho, existe o mal neste mundo?
Aluno: Sim.
Professor: O mal está em toda parte, não é? E Deus fez tudo. Correto?
Aluno: Sim.
Professor: Então quem criou o mal?
(Estudante não respondeu.)
Professor: Existe doença? Imoralidade? Ódio? Feiúra? Todas estas coisas terríveis existem no mundo, não é?
Aluno: Sim, senhor.
Professor: Então, quem as criou?
(Estudante não tinha resposta.)
Professor: A ciência diz que você tem 5 sentidos que você usa para identificar e observar o mundo ao seu redor. Diga-me, filho, você já viu DEUS?
Aluno: Não, senhor.
Professor: Diga-nos se você já ouviu o teu Deus?
Aluno: Não, senhor.
Professor: Você já sentiu o seu Deus, provou o seu DEUS, cheirou o teu Deus? Alguma vez você já teve qualquer percepção sensorial de DEUS?
Aluno: Não, senhor. Me desculpe mas eu não tive.
Professor: Mas você ainda acredita nele?
Aluno: Sim.
Professor: De acordo com empírica, Protocolo, Testável demonstrável, da Ciência diz que o vosso Deus não existe. O que você acha disso, filho?
Aluno: Nada. Eu só tenho a minha fé.
Professor: Sim, fé. E com o que a Ciência tem problema.
Aluno: Professor, existe tal coisa como o calor?
Professor: Sim.
Aluno: E existe tal coisa como o frio?
Professor: Sim.
Aluno: Não, senhor. Não há.
(O auditório ficou muito quieto com essa sucessão de eventos.)
Aluno: Senhor, você pode ter muito calor, e ainda mais calor, superaquecimento, mega calor, calor branco, pouco calor ou nenhum calor. Mas não temos nada que se chame frio. Podemos atingir - 236 graus abaixo de zero que não é calor, mas não podemos ir mais longe que isso. O frio não existe. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de calor. Não podemos medir o frio. O calor é energia. Frio não é o oposto de calor, senhor, apenas a ausência dele.Solicitações
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(Havia silêncio no auditório.)Solicitações
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Estudante: E sobre a escuridão, Professor? Existe tal coisa como a escuridão?Solicitações
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Professor: Sim. O que é a noite, se não existe a escuridão?Solicitações
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Estudante: Você está errado novamente, senhor. A escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, a luz normal, luz brilhante, luz piscante. Mas se você não tem luz constantemente, você não tem nada e você a chama de escuridão, não é? Na realidade não é. Se isso fosse correto, você seria capaz de fazer mais escura a escuridão, não seria?Solicitações
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Professor: Então, a qual ponto você quer chagar, rapaz?Solicitações
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Aluno: Senhor, o meu ponto é que a sua premissa filosófica é falha.Solicitações
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Professor: Falha? Você pode explicar como?Solicitações
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Aluno: Senhor, você está trabalhando na premissa da dualidade. Você argumenta que há vida e há morte, um Deus bom e um Deus mau. Você está vendo o conceito de Deus como algo finito, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode explicar um pensamento. Ele usa eletricidade e magnetismo, mas nunca viu, muito menos completamente compreendeu qualquer um. Para ver a morte como o oposto da vida é ser ignorante do fato de que a morte não pode existir como algo substantivo.Solicitações
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A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora me diga, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?Solicitações
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Estudante: Como ninguém jamais observou o processo de evolução em trabalho e não pode sequer provar que este processo é um empreendimento em curso. Você não está ensinando a sua opinião, senhor? Você não um cientista, mas um pregador?Solicitações
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(A classe estava em alvoroço.)Solicitações
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Aluno: Existe alguém aqui que já ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos empiricos, estável, comprovada, a Ciência diz que você não tem cérebro, senhor. Com todo o respeito, senhor, como então confiar em suas palestras, senhor?Solicitações
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Professor: Eu acho que você vai ter que toma-las pela, fé filho.Solicitações
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Aluno: É isso senhor ... Exatamente! O elo entre o homem e Deus é fé. Isso é tudo o que mantém as coisas vivas e em movimento.Solicitações
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Acredito que vocês tenham gostado da conversa. E se assim for, você provavelmente vai querer seus amigos / colegas para aproveitar o mesmo, não vai?Solicitações
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A propósito, o aluno era EINSTEIN.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Programação do Ano da Fé
Foi apresentado na Sala de Imprensa da Santa Sé o programa de atividades para o Ano da Fé, convocado pelo Papa Bento XVI de 11 de outubro a 24 de novembro de 2013.
No ato estiveram presentes o Presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella e o Subsecretário do dicasterio, Dom Graham Bell.
Conforme foi informado à imprensa, os eventos mais importantes deste especial ano contarão com a presença do Santo Padre e serão realizados em Roma. Entre estes destaca-se a abertura do Ano da Fé na Praça de São Pedro (na quinta-feira 11 de outubro) com uma solene Eucaristia, concelebrada por todos os Padres sinodais, os presidentes das Conferências Episcopais e alguns clérigos que participaram do Concílio Vaticano II.
Em 21 de outubro se canonizarão sete mártires e confessores da fé. Entre eles o francês Jacques Barthieu; o filipino Pedro Calugsod; o italiano Giovanni Battista Piamarta; a espanhola María Del Carmen; a iroquesa Katheri Tekakwhita e as alemãs Madre Marianne (Barbara Cope) e Anna Schäffer.
Em 25 de janeiro de 2013, na tradicional celebração ecumênica na Basílica de São Pablo Extramuros, rezará-se para que “através da profissão comum do Símbolo os cristãos (…) não esqueçam o caminho da unidade”.
No dia 28 de abril o Santo Padre celebrará a crisma de um grupo de jovens e no domingo 5 de maio estará dedicado à piedade popular e ao trabalho das confrarias.
No dia 18 de maio, vigília de Pentecostes, haverá um encontro de movimentos eclesiais na Praça de São Pedro. No domingo 2 de junho, celebração do Corpus Christi, haverá uma solene adoração Eucarística, que será realizado à mesma hora em todas as catedrais e igrejas do mundo.
O domingo 16 de junho estará dedicado ao testemunho do Evangelho da Vida. No dia 7 de julhoconcluirá na Praça de São Pedro a peregrinação dos seminaristas, noviças e noviços de todo o mundo.
No dia 29 de setembro haverá uma celebração pelo aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica enquanto o 13 de outubro estará dedicado à presença da Maria na Igreja.
Finalmente, em 24 de novembro de 2013 se celebra a jornada de encerramento do Ano da Fé.
Do mesmo modo, indicou-se que os diversos dicastérios têm programadas iniciativas publicadas no calendário. Entre os eventos culturais destaca-se uma exposição sobre São Pedro em Castel Sant’Angelo (7 fevereiro- 1 maio 2013) e um concerto na Praça de São Pedro (22 de junho 2013).
A Jornada Mundial da Juventude, que será celebrada no Rio de Janeiro entre os dias 23 e 28 de julho de 2013 também ocorrerá no contexto do ano da Fé e contará com a presença do Santo Padre.
Fonte: Catecismo Jovem
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